Banco vermelho gigante alerta contra feminicídio na Esplanada em Brasília
Iniciativa da CNI e Instituto Banco Vermelho promove conscientização e prevenção à violência de gênero
No dia 17 de março, o Sistema Indústria, por meio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), inaugura um banco vermelho gigante no SESI Lab, em Brasília. Essa instalação é uma ação simbólica e educativa que integra o movimento nacional promovido pelo Instituto Banco Vermelho (IBV) para enfrentar o feminicídio e a violência contra a mulher.
O banco vermelho, além de mobiliário urbano, é um convite à reflexão e à ação. Com a mensagem “Sentar e refletir. Levantar e agir.”, ele busca ser um ponto de partida para a transformação social. A cor vermelha escolhida tem um duplo significado: representa o sangue das vítimas de feminicídio e funciona como um sinal de alerta coletivo para a sociedade.
Danusa Costa Lima, coordenadora do Fórum Nacional da Mulher Empresária da CNI, ressalta o papel da indústria na mudança social: “O enfrentamento à violência contra a mulher é um compromisso que ultrapassa fronteiras institucionais. A indústria brasileira entende que desenvolvimento sustentável só é possível em uma sociedade que valoriza e protege a vida.” Ela destaca que a adesão ao movimento pelo feminicídio zero reafirma a responsabilidade social do setor e o compromisso com ambientes mais seguros e igualitários.
Andrea Rodrigues, presidente do Instituto Banco Vermelho, reforça a importância do banco como uma convocação à sociedade: “Estamos presente em todos os espaços onde for possível prevenir, proteger, informar e transformar essa dura realidade de violência de gênero que vivemos atualmente em nosso país.” Segundo ela, cada banco instalado e cada ação do IBV reafirma o compromisso com uma sociedade onde nenhuma mulher seja silenciada.
Os dados de 2025 mostram a gravidade do problema: foram registrados 1.470 casos de feminicídio no Brasil, o que representa mais de quatro mulheres assassinadas por dia, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O Instituto Banco Vermelho destaca que dar visibilidade a esses números é essencial para a mobilização social.
Além do simbolismo, o banco vermelho cumpre função educativa, informando sobre os cinco tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. Mensagens como “A relação abusiva de hoje pode ser o feminicídio de amanhã” e “Depois do não, tudo é assédio” alertam para a importância da prevenção e da identificação precoce de comportamentos abusivos.
A escolha do SESI Lab, um espaço de grande circulação pública em Brasília, amplia a visibilidade da campanha e fortalece o diálogo com a sociedade. O Instituto Banco Vermelho, fundado em 2023, está presente em todas as regiões do Brasil, com mais de 200 bancos instalados, e atua em parceria com instituições públicas e privadas para educar e conscientizar sobre a violência de gênero.
A organização mantém um Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério das Mulheres e conta com a Lei Federal nº 14.942, sancionada em 2024, que reconhece e amplia suas iniciativas. A apresentadora e cantora Juliette é embaixadora oficial do IBV, ampliando o alcance da mensagem de prevenção em todo o país.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
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Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



