Alta performance feminina: como a coerência virou vantagem competitiva
Liderança Energética® propõe nova gestão focada em regulação interna e sustentabilidade
O cenário atual da liderança feminina no Brasil revela um desafio crescente: em 2025, foram registrados 546.254 afastamentos por transtornos mentais, um aumento de 15,66% em relação ao ano anterior. Entre esses casos, ansiedade e episódios depressivos são os diagnósticos mais frequentes, impactando diretamente mulheres em cargos seniores. Segundo Vanessa Queiroz, especialista em Liderança Energética® Feminina do Futuro, esse contexto exige uma mudança profunda no modelo de gestão adotado pelas líderes.
Vanessa destaca que o foco deve migrar do esforço para a alta coerência, um conceito que envolve a organização da biologia e do campo interno para estabilizar o entorno. “Não é sobre curar o mundo, é sobre organizar sistemas para que ele não adoeça”, afirma. Essa abordagem representa o fim da gestão por sobrevivência e o início da Liderança Energética® como estratégia de gestão, que valoriza a regulação interna, presença e governança energética.
Estudos recentes indicam que a coerência fisiológica está associada a melhorias no desempenho cognitivo e na tomada de decisão, reforçando que o estado interno da líder é uma variável crucial para a performance mental. A alta coerência ocorre quando pensamento, emoção e intenção operam em harmonia, o que favorece resultados mais sustentáveis.
No Brasil, as mulheres já ocupam 36,7% das posições de liderança em empresas de médio porte, mas a sustentação dessa presença enfrenta obstáculos internos além das barreiras externas. Vanessa explica que a liderança do passado focava no treinamento de comportamentos, enquanto a liderança do futuro organiza o campo, a biologia e a consciência.
Para operacionalizar esse novo paradigma, Vanessa criou o sistema ORDEX, um modelo psicodinâmico interno que não se trata de treinamento motivacional ou terapia tradicional. O ORDEX organiza quatro pilares: coerência (gestão de energia, regulação, presença), identidade (arquétipos integrados, narrativa soberana), governança (decisão, limite, direção) e expansão (impacto e influência sustentável).
Essa metodologia é direcionada a mulheres que lideram ou estão destinadas a liderar setores fundamentais da sociedade, como educação, saúde, economia, governo, comunicação e cultura. A proposta é preparar essas líderes para atuar com consciência e equilíbrio, promovendo estabilidade nos sistemas ao seu redor.
Com a crescente crise de saúde mental e a queda de engajamento gerencial, a discussão sobre liderança deve evoluir do foco em técnicas para a capacidade de sustentar estados internos coerentes. A Liderança Energética® Feminina do Futuro surge como uma hipótese de gestão que valoriza a organização interna da líder para influenciar positivamente decisões e ambientes, tornando a alta performance uma prática sustentável e menos desgastante.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



