Liderança feminina em estratégia urbana: desafio e necessidade urgente
Mulheres ainda são minoria em cargos decisórios que moldam o futuro das cidades
A liderança feminina em áreas estratégicas como planejamento urbano, infraestrutura, mobilidade e desenvolvimento territorial ainda é uma exceção, e essa realidade precisa mudar. Apesar dos avanços em diversas áreas, cargos decisórios nessas frentes continuam predominantemente ocupados por homens, o que influencia diretamente as prioridades definidas e a alocação de recursos nas cidades.
Mariana Pontes, presidente da Agência Recife para Inovação e Estratégia (ARIES), é uma das poucas mulheres em posições estratégicas que atuam na formulação de políticas e projetos urbanos de longo prazo. A ARIES, organização social do Terceiro Setor, atua há mais de uma década conectando o setor público e a iniciativa privada para estruturar planos que tornam as cidades mais sustentáveis, resilientes e menos desiguais.
A discussão sobre a presença feminina nesse campo vai além da representatividade. Mariana destaca que “envolve quem define prioridades de investimento, quem participa das mesas de negociação e quem estrutura os processos participativos que impactam diretamente a vida nas cidades”. A ausência de mulheres em espaços técnicos e decisórios pode afetar a formulação de políticas públicas, limitando a diversidade de perspectivas essenciais para o desenvolvimento urbano equilibrado.
Mariana pode comentar sobre os obstáculos concretos que enfrentou para chegar à presidência da ARIES, ressaltando a importância de ampliar redes de apoio e formação para mulheres em áreas como inovação urbana e estratégia pública. Ela também aponta o que precisa mudar na governança das cidades para tornar esses espaços mais diversos e equilibrados.
A ARIES, apartidária e voltada para o planejamento urbano de longo prazo, desenvolve estratégias focadas na inovação, sustentabilidade e redução das desigualdades. A organização busca implementar soluções práticas para o desenvolvimento das cidades, promovendo a integração entre sociedade civil, poder público e setor privado.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa, reforçando a necessidade de ampliar a participação feminina em cargos estratégicos para garantir que as políticas urbanas reflitam a diversidade da população e promovam cidades mais justas e inclusivas. A liderança feminina em estratégia urbana não é apenas uma questão de representatividade, mas um passo fundamental para a construção de cidades melhores para todas.
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Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



