Idosos e sedentarismo: como a atividade física preserva a autonomia na terceira idade

Especialistas alertam para os riscos da inatividade e indicam exercícios leves para idosos

O Dia Mundial de Combate ao Sedentarismo, celebrado em 10 de março, chama a atenção para os riscos da inatividade física, especialmente entre os idosos. A falta de movimento compromete a capacidade funcional e pode agravar dores musculares e articulares, afetando a autonomia dessa faixa etária.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), idosos devem praticar entre 150 e 300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada a vigorosa. No entanto, dados do sistema Vigitel indicam que cerca de 32,2% dos idosos brasileiros permanecem sedentários. Essa realidade reflete nos consultórios, onde quase 37% das pessoas acima de 50 anos relatam dores crônicas, segundo o Ministério da Saúde em 2023.

Dr. Lúcio Gusmão, especialista em dor e CEO da Rede CADE, destaca que “na terceira idade, manter-se ativo é uma estratégia essencial para preservar movimentos e controlar a dor”. Ele recomenda exercícios orientados como caminhadas frequentes, alongamentos e fortalecimento com baixa sobrecarga. Essas práticas ajudam a sustentar a coluna e a reduzir tensões acumuladas, além de medidas complementares como cuidar da postura, evitar excesso de peso e adaptar ergonomicamente as atividades diárias.

No atendimento diário da Rede CADE, Dr. Lúcio observa que muitos idosos buscam ajuda ao perceberem a perda de autonomia causada por problemas motores. Ele relata casos variados, desde pacientes com dores avançadas que precisam de reabilitação para iniciar exercícios, até idosos ativos que querem prevenir ou tratar dores para continuar suas atividades favoritas. “Apesar dos contextos diferentes, a meta converge para garantir a manutenção do corpo em movimento”, explica.

Um exemplo citado pelo especialista é o de uma paciente de 60 anos que sofreu um trauma na sola do pé esquerdo, resultando em dor crônica que dificultava a locomoção. O tratamento com choque de ondas sonoras auxiliou na regeneração dos tecidos e na redução da inflamação, permitindo que ela voltasse a caminhar com mais conforto. Esse caso ilustra como traumas aparentemente simples podem comprometer a mobilidade na terceira idade.

Dr. Lúcio também explica que o envelhecimento reduz a “reserva funcional”, uma margem de segurança do organismo contra lesões. Isso torna traumas mais comuns e a recuperação mais lenta, aumentando o risco de dores crônicas. Por isso, a atividade física preventiva é fundamental. Exercícios de alongamento, flexibilidade e musculação ampliam a consciência corporal e o equilíbrio, diminuindo o risco de quedas e lesões.

O especialista reforça que não é necessário iniciar com treinos intensos para obter benefícios. “A regularidade é mais importante do que a intensidade. O primeiro passo é afastar o sedentarismo com segurança e acompanhamento adequado.” Ele alerta que o excesso de peso piora a carga sobre ossos e articulações, prejudicando a estabilidade, especialmente em idosos.

A Rede CADE, primeira rede de franquias clínicas especializadas em dor crônica e aguda reconhecida pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), atua há oito anos em diversos estados brasileiros. Com mais de 200 mil pacientes atendidos e 12 mil procedimentos intervencionistas realizados, a clínica oferece atendimento multidisciplinar para cuidar da saúde e autonomia dos idosos.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Rede CADE.

Conceito visual principal: idosa, caminhada, atividade física, saúde, mobilidade, luz natural, ambiente calmo, postura, equilíbrio, bem-estar.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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