Liderança feminina: por que a coerência é a nova vantagem competitiva

Alta coerência interna substitui esforço e melhora a performance das mulheres líderes

O Brasil registrou em 2025 um recorde de 546.254 afastamentos por transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024. Entre as mulheres em cargos seniores, o índice de burnout é elevado, conforme apontam relatórios internacionais, como o Women in the Workplace 2025, que revela que seis em cada dez mulheres nessa posição relatam burnout frequente, superando os homens. Essa realidade evidencia um desafio crescente para a liderança feminina, que vai além das barreiras externas e envolve o modelo interno de performance adotado por muitas.

Vanessa Queiroz, empresária e fundadora do ecossistema de Liderança Energética® do Futuro, propõe uma mudança de paradigma: migrar do conceito tradicional de Alta Performance para o de Alta Coerência. Segundo ela, “a liderança do passado treinava comportamento. A liderança do futuro organiza o campo, a biologia e a consciência”. Essa abordagem defende que resultados sustentáveis emergem quando pensamento, emoção e intenção operam em harmonia, evitando conflitos internos que comprometem a saúde mental e a qualidade das decisões.

Para Vanessa, o foco deve ser a regulação interna e a presença consciente, e não apenas o esforço externo. Ela criou o sistema ORDEX, um modelo operacional psicodinâmico que organiza quatro pilares essenciais: coerência (gestão de energia e regulação), identidade (arquétipos integrados e narrativa soberana), governança (decisão, limite e direção) e expansão (impacto e influência sustentável). Esse sistema não é um treinamento motivacional nem terapia tradicional, mas uma estratégia para preparar mulheres líderes em áreas estruturantes como educação, saúde, economia, governo, comunicação e cultura.

A especialista ressalta que “não é sobre curar o mundo, é sobre organizar sistemas para que o mundo não adoeça”. A Liderança Energética® Feminina do Futuro valoriza a capacidade de integrar, ler o não dito, sustentar presença em ambientes caóticos e humanizar sistemas que tendem à desumanização. Esse modelo propõe que a liderança deixe de ser uma guerra de esforço e se torne uma governança de estados internos coerentes, promovendo estabilidade e melhor desempenho coletivo.

Com o aumento da crise de saúde mental e a queda do engajamento gerencial, a discussão sobre liderança precisa avançar para além de técnicas tradicionais e focar na capacidade de sustentar coerência interna. Assim, o sistema ORDEX e a Liderança Energética® Feminina do Futuro surgem como alternativas para enfrentar os desafios contemporâneos da gestão, especialmente para mulheres que ocupam posições de comando.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 52 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar