Câncer colorretal e do colo do útero: 10 fatos essenciais para prevenção
Conheça as principais informações sobre dois cânceres evitáveis e a importância do diagnóstico precoce
Março é um mês dedicado à conscientização sobre dois tipos de câncer que afetam milhares de brasileiros: o câncer colorretal e o câncer do colo do útero. Ambos são considerados, em grande parte, evitáveis e o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura. Com base em dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), reunimos 10 informações essenciais para entender esses dois cânceres.
O câncer colorretal está entre os tumores mais frequentes no Brasil, afetando homens e mulheres. Já o câncer do colo do útero é o terceiro tumor maligno mais comum entre mulheres brasileiras, excluindo o câncer de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados cerca de 45 mil novos casos anuais de câncer colorretal e aproximadamente 19 mil de câncer do colo do útero.
A boa notícia é que a maioria dos casos dessas doenças pode ser evitada. O câncer colorretal geralmente se desenvolve lentamente a partir de pólipos benignos na mucosa do intestino. A colonoscopia é um exame de rastreamento que permite identificar e remover esses pólipos antes que se transformem em câncer. O cirurgião oncológico Paulo Henrique de Sousa Fernandes, presidente da SBCO, destaca que “o câncer colorretal é um exemplo efetivo de como o rastreamento pode salvar vidas”.
Além disso, fatores de estilo de vida influenciam diretamente o risco do câncer colorretal. Alimentação rica em carnes processadas, obesidade, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool aumentam a probabilidade da doença, enquanto uma dieta rica em fibras e a prática regular de atividade física ajudam a reduzir esse risco.
Quanto ao câncer do colo do útero, ele está diretamente relacionado à infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), transmitido principalmente por contato sexual. A vacinação contra o HPV é a principal estratégia de prevenção primária, recomendada para meninas e meninos entre 9 e 14 anos, antes do início da vida sexual. A vacina está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) e ajuda a reduzir significativamente a probabilidade de infecção pelos subtipos de alto risco oncogênico, como HPV 16 e 18.
Além da vacinação, exames de rastreamento como o Papanicolau e o teste de DNA-HPV são fundamentais para identificar alterações celulares precursoras do câncer anos antes do desenvolvimento da doença. O tratamento nesses estágios iniciais costuma ser simples e eficaz. Por isso, especialistas reforçam a importância da combinação entre vacinação e exames periódicos para ampliar a prevenção.
Março, com suas campanhas lilás e azul-marinho, é o momento ideal para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce desses dois cânceres evitáveis. Adotar hábitos saudáveis, realizar exames preventivos e seguir as recomendações médicas são atitudes que podem salvar vidas.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica.
Conceito visual principal: prevenção, exames, saúde feminina, câncer, rastreamento, vacinação, colonoscopia, Papanicolau, hábitos saudáveis, diagnóstico precoce.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



