Liderança feminina cresce em healthtech, mas ainda é rara no setor de saúde
Mulheres avançam em cargos executivos, mas seguem sub-representadas em tecnologia e inovação
O ecossistema de startups de tecnologia em saúde tem crescido rapidamente nos últimos anos, mas a liderança feminina ainda é uma exceção, especialmente em empresas deep tech e baseadas em ciência. Segundo dados da assessoria de imprensa, mulheres continuam sub-representadas em cargos de CEO e fundadoras nesse setor que une tecnologia, pesquisa clínica e inovação.
Renata Redondo Bonaldi, CEO da SleepUp, é um exemplo de liderança feminina que rompe essa barreira. Engenheira com mestrado, PhD em tecnologias vestíveis para saúde e MBA Global em gestão de inovação e empreendedorismo pela Universidade de Manchester, Renata construiu uma carreira técnica sólida antes de assumir o comando executivo. Ela atuou por mais de 15 anos em inovação, gerenciamento de projetos e tecnologias disruptivas, além de ter sido coordenadora em multinacionais como Solvay e BASF e inventora principal de cinco patentes.
A SleepUp, empresa liderada por Renata, é uma healthtech brasileira que desenvolve Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia por meio de aplicativo, com acompanhamento especializado. Além disso, oferece triagens domiciliares para diagnóstico de distúrbios do sono, utilizando dispositivos como anel oxímetro e eletroencefalograma portátil, com emissão de laudos. O negócio combina ciência, tecnologia e saúde mental em um mercado historicamente dominado por homens, tanto na tecnologia quanto na medicina do sono.
Renata pode comentar sobre os desafios específicos de ser mulher à frente de uma healthtech de base científica e tecnológica, as barreiras enfrentadas na transição de carreiras técnicas para cargos de liderança executiva e a diferença entre ocupar espaço técnico e decisório no setor de inovação. Ela também destaca a importância de ampliar a presença feminina em deep tech, propriedade intelectual e inovação em saúde, além das mudanças estruturais necessárias para que mais mulheres liderem startups no Brasil.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa e reforça a necessidade de incentivar a participação feminina em setores tecnológicos e científicos, promovendo maior diversidade e inclusão na liderança das healthtechs brasileiras.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



