Tecnologia e aparelhos de medição melhoram vida de pacientes oncológicos
Sul lidera casos de câncer e dispositivos domésticos trazem conforto e segurança no tratamento
O câncer é a principal causa de morte em 670 municípios brasileiros, com o Sul e Sudeste liderando o ranking, responsáveis por 65,5% dos novos casos, segundo dados do Observatório de Oncologia. O envelhecimento populacional e o aprimoramento dos diagnósticos nessas regiões explicam essa prevalência. Diante desse cenário, a tecnologia tem se mostrado uma aliada importante para melhorar a qualidade de vida dos pacientes oncológicos.
De acordo com dados do SUS, os casos de câncer entre pessoas de 18 a 50 anos cresceram 284% entre 2013 e 2024. Esse aumento exige que a saúde pública desenvolva práticas que tornem o tratamento mais confortável e seguro. É nesse contexto que aparelhos de medição domiciliar ganham destaque, evitando idas frequentes ao hospital e proporcionando mais autonomia ao paciente.
Pedro Henrique, diretor de marketing e produto da G-TECH, destaca que o diferencial está em “transformar esses aparelhos em instrumentos de bem-estar”. Ele afirma que “o objetivo é que o paciente se sinta no controle de sua saúde, e não refém do diagnóstico”. Dispositivos simples, como aparelhos de pressão arterial, termômetros digitais, oxímetros e umidificadores, podem ser decisivos para o acompanhamento médico e o conforto do paciente.
O monitoramento da pressão arterial é fundamental, pois muitos medicamentos quimioterápicos podem causar hipertensão induzida. Aparelhos digitais de braço são considerados padrão ouro pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, enquanto os de pulso oferecem maior conveniência para pacientes com mobilidade reduzida ou sensibilidade no braço. Detectar crises hipertensivas precocemente evita idas desnecessárias à emergência e permite ajustes via telemedicina.
A febre é um sinal crítico para pacientes oncológicos, pois pode indicar neutropenia febril, uma condição que exige ação imediata. Termômetros infravermelhos sem contato são ideais para esses pacientes, pois oferecem rapidez e evitam contato físico, reduzindo o estresse do monitoramento constante.
Outro aparelho essencial é o oxímetro de pulso, que mede a saturação de oxigênio no sangue. Ele ajuda a distinguir entre fadiga comum e hipóxia, especialmente em pacientes que passaram por cirurgias torácicas. Estudos indicam que o automonitoramento da saturação aumenta a percepção de segurança do paciente em até 40%, diminuindo a ansiedade.
Além disso, o umidificador ultrassônico tem papel terapêutico, pois o tratamento oncológico resseca as mucosas. Manter a umidade entre 40% e 60% previne sangramentos nasais e irritações na garganta, comuns em pacientes submetidos à radioterapia de cabeça e pescoço. Um ambiente com ar controlado também melhora a qualidade do sono, essencial para a regeneração celular e a resposta imunológica.
Pedro Henrique conclui que “integrar esses dispositivos no cotidiano é dar ao médico um diário clínico preciso e ao paciente a tranquilidade de que ele está sendo vigiado pela ciência, mesmo enquanto descansa em seu sofá”. O uso desses aparelhos representa um avanço importante para o conforto e a segurança dos pacientes oncológicos, principalmente nas regiões com maior incidência da doença.
Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



