Ferramentas de gestão impulsionam o empreendedorismo feminino no Brasil em 2026
Tecnologia e automação facilitam a entrada e crescimento das mulheres no comércio digital
O empreendedorismo feminino no Brasil tem se transformado significativamente, especialmente com o avanço das ferramentas de gestão digital. Segundo o relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2024, divulgado pelo Sebrae, 54,6% dos brasileiros com intenção de empreender até 2026 são mulheres, refletindo uma mudança importante no cenário econômico. Em 2024, a participação feminina no empreendedorismo inicial alcançou 46,8%, recuperando-se após anos de queda.
Esse crescimento foi impulsionado durante a pandemia, quando cerca de 20% das mulheres iniciaram negócios como resposta às mudanças econômicas e sociais, segundo estudo do Mercado Livre em parceria com o Ibope Conecta. Muitas empreendedoras encontraram no ambiente digital uma alternativa para conciliar trabalho, filhos e incertezas profissionais. Atualmente, o Brasil conta com 10,35 milhões de mulheres comandando seus próprios negócios, conforme dados do Sebrae.
O comércio eletrônico tem sido uma porta de entrada essencial para essas mulheres. Um levantamento do Data Nubank, em parceria com o BID e o Sebrae, revela que o empreendedorismo feminino responde por 75% do faturamento em vendas via e-commerce em redes sociais, aplicativos e web. Para 2026, o comércio eletrônico brasileiro projeta um faturamento de R$ 258 bilhões, segundo a ABComm.
Cláudio Dias, CEO da Magis5, destaca que a tecnologia é hoje a infraestrutura básica para quem deseja crescer no digital. Ele afirma que “além da garra feminina, a abertura de novos negócios no ambiente digital é favorecida pela oferta de boas ferramentas de gestão, que reduziram a barreira de entrada ao empreendedorismo”. Plataformas de automação, como a Magis5, organizam toda a estrutura da empresa, desde o controle de estoque até o relacionamento com clientes, permitindo operações mais eficientes e escaláveis.
Um exemplo prático é a empreendedora Luiza Azevedo, que iniciou seu negócio em 2017 e viu sua operação crescer com o uso da automação da Magis5. Ela conta que “aquilo que levava horas, às vezes o dia inteiro, passou a acontecer de forma praticamente ‘automágica’”. Com isso, seu volume de pedidos saltou de 15 mil para 60 mil mensais, com redução da equipe operacional e menos erros.
Especialistas ressaltam que democratizar o acesso ao comércio eletrônico por meio dessas ferramentas contribui para reduzir desigualdades históricas, permitindo que mulheres competam em igualdade, mesmo com recursos limitados e duplas jornadas. Cláudio Dias reforça que “quando simplificamos processos e organizamos dados, estamos criando oportunidades reais para que mais negócios participem da economia digital competitivamente”.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



