Saúde, varejo e TI lideram presença de mulheres CEOs no Brasil
Estudo GPTW revela setores com maior avanço feminino em cargos de liderança até 2025
O estudo “Mulheres na Liderança”, divulgado pelo Great Place To Work® (GPTW), traz um panorama atualizado sobre a presença feminina em cargos de liderança nas principais áreas econômicas do Brasil. Segundo a pesquisa, os setores de saúde, varejo e tecnologia da informação (TI) estão na liderança quando o assunto é a participação de mulheres como CEOs e em outras posições de alta liderança.
No setor de saúde, as mulheres representam 63% das posições de liderança e lideram com 19% de CEOs mulheres, o maior índice entre os segmentos analisados. O varejo também se destaca, com 28% de mulheres na alta liderança, enquanto o setor de TI aumentou sua participação feminina em cargos de CEO de 7% em 2022 para 16% em 2025, apesar de uma leve queda na presença geral de mulheres no quadro de funcionários.
O agronegócio, embora ainda tenha a menor representatividade feminina geral (23%) e o menor percentual de CEOs mulheres (9%), foi o setor que mais avançou em cargos de alta liderança, saltando de 14% em 2022 para 24% em 2025. Já a indústria apresenta um desafio maior, com apenas 21% de mulheres em alta liderança, mesmo com um aumento no número de mulheres no quadro geral, que passou de 27% para 31% no mesmo período.
Outro destaque do levantamento é a queda na participação feminina na alta liderança em instituições financeiras, que caiu de 48% em 2022 para 27% em 2025. Por outro lado, o setor de tecnologia registrou um crescimento expressivo na média liderança, passando de 13% para 37%, enquanto varejo e instituições financeiras tiveram quedas nesse nível hierárquico.
Daniela Diniz, diretora de comunicação e relações institucionais do GPTW, ressalta que “a ascensão de mulheres à liderança está diretamente ligada à cultura organizacional”. Ela explica que empresas que promovem flexibilidade, ampliam licenças parentais e envolvem lideranças masculinas nas discussões de gênero criam um ambiente mais favorável para o avanço feminino. Segundo Daniela, “nas organizações mais maduras, a equidade deixou de ser apenas uma agenda reputacional e passou a integrar a estratégia do negócio”.
O estudo foi realizado a partir da análise dos dados demográficos dos rankings setoriais das melhores empresas para trabalhar entre 2022 e 2025, reforçando a importância de práticas estruturadas para a equidade e ascensão das mulheres em cargos de liderança.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do Great Place To Work®.
Conceito visual principal: liderança, mulheres, setores, crescimento, diversidade
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



