Qualificação profissional fortalece autonomia de mulheres 30+ em SP e RJ
Projetos do Instituto Cury ampliam oportunidades em construção civil, gastronomia e costura
Os projetos de qualificação profissional promovidos pelo Instituto Cury estão ampliando a presença e a autonomia econômica de mulheres acima de 30 anos em São Paulo e Rio de Janeiro. Com foco em setores como construção civil, gastronomia e costura, as iniciativas atendem majoritariamente mulheres negras em situação de vulnerabilidade socioeconômica, oferecendo formação técnica gratuita e oportunidades de geração de renda.
No mercado de trabalho brasileiro, mulheres acima de 30 anos enfrentam barreiras significativas para reinserção produtiva, especialmente aquelas que atuam no emprego doméstico, atividade marcada por baixos rendimentos e informalidade. Nesse cenário, o Instituto Cury destaca-se ao registrar 98,3% de participantes femininas em seus programas, com a maioria autodeclarada negra e acima de 30 anos.
Em São Paulo, o projeto Sabores do Coletivo, realizado em parceria com a Gastronomia Periférica, capacita mulheres para atuar em eventos e catering corporativo, ampliando suas possibilidades profissionais e incentivando o empreendedorismo. Marta Aparecida de Sá, formada pelo projeto, relata que a experiência aumentou sua confiança e autonomia: “Hoje eu sou a Marta da Marta. Eu faço por mim, eu trabalho por mim, eu conquisto por mim.”
Regiane Campos, gerente de eventos da Gastronomia Periférica, explica que o curso vai além do trabalho freelancer, preparando as alunas para organizar, gerir e administrar eventos, construindo trajetórias profissionais mais amplas.
Outra frente importante é o ConstruDivas, também em São Paulo, que oferece cursos técnicos em elétrica, hidráulica, assentamento de pisos e pintura para mulheres na construção civil, setor tradicionalmente masculino. O projeto contribui para a inclusão e valorização feminina nesse segmento.
No Rio de Janeiro, o Ciclo ReFeito capacita mulheres da região da Gamboa em modelagem e costura, com foco na economia circular por meio da ressignificação de resíduos têxteis. As irmãs Simeana Lopes da Silva e Maria Antonia da Silva, participantes do projeto, destacam a costura como caminho para liberdade e autonomia econômica.
Luciana Kamimura, gerente executiva do Instituto Cury, ressalta que a continuidade e o acompanhamento técnico são fundamentais para o sucesso das iniciativas. “Quando há previsibilidade de investimento e acompanhamento técnico, conseguimos fortalecer trajetórias e ampliar a autonomia econômica das participantes”, afirma.
A política permanente de destinação de 1% do lucro líquido da Cury Construtora ao investimento social assegura a sustentabilidade e a expansão dos projetos em 2026, consolidando um modelo de inclusão socioprodutiva baseado em qualificação profissional, mobilidade econômica e fortalecimento territorial.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do Instituto Cury.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



