Mulheres lideram grupos de pesquisa e dominam mestrado e doutorado na Unesp

Maioria feminina cresce em cursos e cargos de liderança, reforçando políticas de equidade na universidade

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) tem registrado avanços significativos na presença e liderança feminina em suas atividades acadêmicas e de pesquisa. Segundo levantamento do Escritório de Gestão de Dados (EGD) da Unesp, em 2025, 64% dos grupos de pesquisa sediados na universidade possuem líderes mulheres, totalizando 831 dos 1.296 grupos registrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Além disso, as mulheres são maioria entre os estudantes da instituição, ocupando 52,8% das vagas nos cursos de graduação e 54,7% nos cursos de pós-graduação stricto sensu. Essa predominância se reflete também na titulação, com maior número de mestres e doutores formados pela Unesp sendo do sexo feminino.

A reitora Maysa Furlan, primeira mulher a ocupar o cargo na história de 50 anos da universidade, ressalta que a instituição está em um “novo tempo”, com políticas institucionais que promovem a equidade de gênero e um ambiente acolhedor para o crescimento profissional das mulheres. “Se as mulheres querem uma ascensão ao cargo de professora associada e depois de professora titular, que possam planejar isso e encontrar aqui na Unesp um espaço acolhedor”, afirma a reitora.

Além da presença nos cursos, as mulheres também têm ampliado sua participação em cargos de liderança. Atualmente, elas ocupam 50,8% das coordenações dos cursos de graduação e 45,4% nas coordenações dos cursos de pós-graduação. A presença feminina também cresceu na direção de unidades universitárias e no posto de docentes titulares.

A pesquisadora Patrícia Morellato, líder do CBioClima – o primeiro Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fapesp com sede na Unesp –, destaca que o centro tem 56,3% de mulheres entre bolsistas e estagiárias, e que essa predominância feminina não foi forçada, mas estimulada. O CBioClima foca em estudos sobre biodiversidade tropical e mudanças climáticas e é ligado ao Instituto de Biociências do câmpus de Rio Claro.

Esses dados e depoimentos foram elaborados com informações da assessoria de imprensa da Unesp, evidenciando o crescimento da influência feminina na pesquisa científica e na gestão acadêmica da universidade. A trajetória mostra um avanço importante na busca por equidade e oportunidades para as mulheres no meio acadêmico.

Consolidando sua posição, a Unesp demonstra que o protagonismo feminino é fundamental para o desenvolvimento científico e para a construção de uma universidade mais inclusiva e representativa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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