Mulheres crescem em tecnologia e dominam áreas estratégicas como IA

Participação feminina em cursos e setores de TIC supera médias globais, revela pesquisa

A presença feminina no setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) tem avançado de forma consistente, superando o crescimento masculino em 1,5%, segundo a pesquisa Diversidade de Gênero no Setor TIC. Esse avanço é ainda mais evidente no ensino superior, onde o Brasil registra 29,8% de mulheres entre os concluintes dos cursos de Inteligência Artificial, número que ultrapassa a média global de 22%, conforme o estudo W-Tech 2025 do Observatório Softex.

Esse cenário demonstra a consolidação de um novo pipeline feminino em áreas estratégicas da tecnologia, especialmente em dados, inteligência artificial e front-end, que são as três áreas mais procuradas pelas mulheres, segundo dados da DIO, maior plataforma de open education da América Latina.

Apesar dos avanços, a distribuição da participação feminina ainda é desigual entre os segmentos da tecnologia. Por exemplo, a economia verde digital conta com 28% de mulheres, enquanto a cibersegurança registra apenas 17%. Essa diferença evidencia que o crescimento feminino no setor depende de estímulos direcionados, principalmente em áreas de alta demanda técnica.

Fabiane Prado, CHRO da DIO, destaca: “Estamos vendo um movimento histórico: cada vez mais mulheres assumem espaço em áreas estratégicas da tecnologia. A diversidade de trajetórias e a busca por qualificação mostram que esse é um setor para todas.” Ela reforça que a qualificação técnica tem sido fundamental para ampliar a presença feminina, especialmente diante da demanda crescente por profissionais em desenvolvimento de software, dados e segurança da informação.

A maioria das mulheres que buscam qualificação tem entre 18 e 25 anos, o que indica o protagonismo das novas gerações em áreas como dados e inteligência artificial. Porém, mulheres de diferentes idades também investem em atualização e transição de carreira, contribuindo para a inclusão no ambiente digital.

Com a oferta de plataformas acessíveis e qualificações alinhadas às necessidades do mercado, a tecnologia se torna um caminho real para todas as mulheres, consolidando um movimento em expansão. Fabiane Prado complementa: “Ainda há desafios, especialmente em segurança da informação, mas a qualificação técnica e o interesse das novas gerações indicam que esse é um movimento que tende a se manter nos próximos anos.”

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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