Mais mulheres retomam faculdade para mudar de carreira e ampliar renda
Cresce a busca por cursos flexíveis e acelerados para conciliar estudo, trabalho e família
O número de mulheres que retornam à faculdade para ampliar a renda ou mudar de carreira tem crescido significativamente no Brasil. Segundo dados do Inep, elas representam 59,1% das matrículas no ensino superior, refletindo um movimento de retomada dos estudos após anos afastadas. Essa tendência coincide com a demanda por cursos acelerados e flexíveis, que permitem concluir a formação em menos tempo e se adaptar às rotinas complexas de trabalho e família.
Tiago Zanolla, professor e fundador da UFEM Educacional, destaca que muitas mulheres interromperam a graduação por maternidade ou mudanças profissionais e agora buscam diplomas para avançar na carreira. “Grande parte dessas mulheres já tem experiência, mas precisa do diploma para acessar novas posições ou aumentar a renda”, explica. O ensino digital e modelos acadêmicos mais curtos têm sido fundamentais para reduzir a evasão e ampliar a permanência, pois oferecem horários flexíveis e ritmo próprio de estudo.
Histórias reais ilustram esse cenário. Mara Silva, 38 anos, retomou a faculdade em marketing digital após trancar um curso durante a pandemia. Ela destaca a flexibilidade da plataforma digital: “Posso definir o horário em que vou estudar, faço tudo no meu tempo e no conforto da minha casa”. Para Mara, a formação abre novas perspectivas, tanto na carreira quanto para concursos públicos.
Ivanir Aparecida Machado, de 54 anos, voltou a estudar depois de mais de 20 anos afastada, enquanto trabalha. Ela reconhece as dificuldades, mas reforça a importância do estudo: “Estudar é a coisa mais importante na vida de qualquer pessoa”. Já Julia Russo, 36 anos, encontrou na modalidade a distância a solução para conciliar o trabalho e as demandas da casa. “A plataforma mudou o jogo para mim. Consigo estudar no horário que faz sentido dentro da minha rotina”, conta.
Com base nessas experiências, cinco dicas são recomendadas para quem deseja voltar a estudar: identificar o “porquê” pessoal, escolher um modelo que respeite a rotina, resgatar a confiança aos poucos, construir uma rede de apoio e valorizar cada pequena conquista. Essas estratégias ajudam a manter a motivação e a organização necessárias para o sucesso acadêmico.
Para Tiago Zanolla, o crescimento da procura por formação acelerada representa uma mudança na percepção da educação no país. “O diploma deixou de ser apenas um título acadêmico e passou a ser uma ferramenta concreta de transformação profissional”, afirma. A proximidade do Dia Internacional da Mulher reforça o debate sobre autonomia financeira e desenvolvimento profissional, mostrando que voltar a estudar é uma estratégia real para muitas brasileiras.
Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



