Liderança feminina transforma a distribuição na Viveo com visão estratégica
Cristhiane Coutinho destaca a importância da diversidade em cargos de liderança na saúde
No setor de saúde, onde as mulheres são maioria na força de trabalho, ainda é raro vê-las em posições de liderança. Segundo dados do IBGE, apenas 39% dos cargos de liderança no Brasil são ocupados por mulheres, e essa disparidade é ainda maior para mulheres negras. Em meio a esse cenário, a trajetória de Cristhiane Coutinho, Diretora Executiva da Mafra — empresa do grupo Viveo especializada na distribuição de materiais de saúde e medicamentos — é um exemplo de representatividade e resiliência.
Cristhiane iniciou sua carreira na Mafra há mais de 15 anos como consultora interna de vendas e, com dedicação e visão estratégica, alcançou o cargo mais alto da empresa. Hoje, ela lidera uma operação nacional que engloba 15 centros de distribuição e atende mais de 20 mil clientes. Para Cristhiane, a presença feminina em cargos de liderança traz uma visão integrada do negócio, essencial para um setor complexo como a distribuição farmacêutica.
“Uma visão mais integrada do negócio, que equilibre eficiência operacional, relacionamento com clientes e sustentabilidade de longo prazo, é essencial. Na prática, as mulheres tendem a ser mais colaborativas, dão maior atenção à execução e têm uma leitura sensível das necessidades do mercado e dos parceiros da cadeia de saúde”, afirma Cristhiane Coutinho.
O grupo Viveo, que detém a Mafra, tem a diversidade como uma prioridade estratégica. A empresa implementa práticas estruturadas para o desenvolvimento de lideranças, com foco em competências e formação contínua, além de processos seletivos que buscam minimizar vieses e garantir equilíbrio de gênero. Como resultado, mais de 40% dos cargos de liderança da Viveo são ocupados por mulheres, um número que cresce especialmente em áreas tradicionalmente masculinas, como a gestão de negócios externos.
Para Cristhiane, a diversidade fortalece as relações comerciais, ampliando a capacidade de diálogo e adaptação. “No varejo farmacêutico, onde confiança, previsibilidade e parceria de longo prazo são essenciais, líderes mulheres costumam construir relações mais próximas e transparentes, o que contribui para negociações mais equilibradas e parcerias mais duradouras. O tema diversidade está cada vez mais integrado à agenda estratégica do grupo. Para nós, diversidade não é apenas uma pauta social, mas um vetor de performance e sustentabilidade do negócio”, explica.
Apesar dos avanços, Cristhiane reconhece que as mulheres ainda enfrentam barreiras no ambiente corporativo, como vieses culturais e falta de referências femininas em cargos de topo. Ela destaca que sua trajetória foi construída com foco em resultados, aprendizado constante e curiosidade, além do incentivo de líderes que acreditaram em seu potencial. Hoje, ela vê muitas mulheres na empresa com capacidade para assumir posições de liderança e acredita que elas devem ser incentivadas a crescer.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



