Exaustão mental feminina após os 40: especialista indica caminho para longevidade cerebral
Neuropsicóloga alerta sobre multitarefas e propõe autocuidado como estratégia essencial
No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a neuropsicóloga Dra. Anelise Pirola chama atenção para um tema urgente: a exaustão mental que acomete mulheres acima dos 40 anos. Segundo a especialista, essa faixa etária é a mais afetada pelo chamado “cansaço mental”, resultado da rotina acelerada e da sobrecarga de multitarefas que drena a reserva cognitiva feminina.
Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que mulheres são as mais impactadas por transtornos de ansiedade e depressão globalmente, e no Brasil, em 2024, houve o maior número de afastamentos do trabalho por questões de saúde mental da última década, ultrapassando 470 mil pedidos, conforme o Ministério da Previdência.
Dra. Anelise Pirola alerta que a busca pela perfeição e o ritmo intenso de vida estão cobrando um preço alto para a biologia feminina. Ela afirma que “o cérebro feminino 40+ está sendo levado ao limite por uma rotina de multitarefas que drena a reserva cognitiva e acelera o envelhecimento mental”. A especialista destaca que essa realidade representa o colapso do arquétipo da “mulher de aço”, que tradicionalmente assumia múltiplos papéis sem demonstrar fragilidade.
Para combater esse cenário, a neuropsicóloga propõe uma abordagem inovadora focada na autorregulação cerebral, utilizando tecnologias como o Neurofeedback e avaliações neuropsicológicas. Para ela, o cuidado mental deve ser encarado como o “novo luxo” da maturidade, um investimento essencial para manter foco, memória e clareza ao longo do tempo.
Além disso, Dra. Anelise enfatiza a importância do autocuidado e do sono reparador, que deixam de ser opcionais para se tornarem pilares fundamentais de sucesso na maturidade. Ela também destaca o papel do “pensamento lúdico” como uma ferramenta científica para construir reserva cognitiva e reduzir a ansiedade após os 40 anos.
A especialista ainda orienta sobre a necessidade de identificar quando o cérebro está em modo de sobrevivência e como recuperar a “rota” da saúde mental, promovendo vitalidade e autonomia. “Neste 08 de março, o convite é para que a mulher abandone a armadura de aço. A verdadeira liberdade vem de um cérebro saudável, capaz de sustentar uma vida com vitalidade e presença”, conclui.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



