Cinco mulheres que transformam o Direito e lideram inovação em 2026

Conheça as profissionais que ampliam o papel da advocacia em diversidade, tecnologia e cultura

Em 2026, o protagonismo feminino no Direito brasileiro ganha destaque com cinco mulheres que ampliam os horizontes da advocacia para além das tradicionais salas de audiência. Embora as mulheres representem 51% dos advogados no país, ocupam apenas 37% das posições de liderança, segundo dados do Conselho Federal da OAB (2024) e da International Bar Association (IBA). Essas profissionais vêm transformando o setor ao conectar liderança, gestão e novos modelos de negócio em áreas estratégicas como inovação, cultura e educação.

Amanda Baliza, presidente da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB Nacional, atua para garantir direitos e segurança à população LGBTQIA+. Ela destaca que “o Direito deve ser um instrumento de cidadania real”, enfrentando estruturas que historicamente excluíram pessoas trans no meio jurídico. Sua trajetória inclui superar transfobia e demissão, tornando-se uma voz importante na advocacia LGBTQIA+.

Christel H. Moreno, sócia da Gunderson Dettmer e cofundadora do Women in Tech/VC LatAm, atua para democratizar a linguagem jurídica no setor de tecnologia e venture capital. Para ela, “o Direito deixou de ser obstáculo; nosso papel agora é ser parceiro estratégico, falar uma linguagem que gere entendimento, não medo”. Seu trabalho facilita decisões informadas para empreendedores e investidores, além de promover a inclusão de mulheres latino-americanas no setor.

Lucineia Santos, advogada e professora da PUC-SP, é referência em educação jurídica antirracista. Coordenadora da Clínica de Direitos Humanos das Relações Raciais, ela afirma que “quando uma mulher negra ensina Direito, o próprio Direito se transforma”. Sua atuação fortalece políticas antirracistas e amplia a representatividade negra no meio jurídico e acadêmico.

Olívia Bonan, advogada e pesquisadora, tem foco na intersecção entre Direito, arte e cultura. Liderando a área de Artes no Borges Sales & Alem Advogados, ela traduz normas complexas em segurança jurídica para artistas e instituições culturais. “Transformar o Direito é torná-lo compreensível e útil para quem está na ponta”, destaca Olívia.

Por fim, Patrícia Carvalho, CEO da DeltaAI, aplica inteligência artificial para antecipar conflitos e reduzir a litigância em massa no Judiciário. Ela ressalta que “o Direito brasileiro não precisa de mais papéis, ele precisa de previsibilidade. A tecnologia não substitui pessoas, ela liberta talento humano para resolver o que importa”. Sua atuação representa uma transformação na forma como o Direito se conecta à sociedade, guiado por empatia, diversidade e eficiência.

Essas cinco mulheres representam um novo capítulo na advocacia brasileira, unindo propósito e transformação social. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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