Saúde da mulher: 6 cuidados essenciais para prevenção ao longo da vida

Especialistas destacam exames, vacinação e autocuidado para manter a saúde feminina em dia

A saúde da mulher requer atenção contínua e cuidados específicos ao longo da vida. Especialistas reforçam a importância da prevenção diante da alta incidência de câncer e doenças cardiovasculares, que são as principais causas de morte entre mulheres no Brasil e no mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Câncer, o câncer de mama é o tipo mais incidente no país, com estimativa de 73.610 novos casos em 2023. Já as doenças cardiovasculares respondem por mais de 30% das mortes femininas no Brasil, superando até alguns tipos de câncer.

Para a ginecologista Vitória Espíndola, da Rede Américas, “prevenir é acompanhar de forma regular, identificar fatores de risco precocemente e incentivar hábitos saudáveis. Não se trata apenas de diagnosticar doenças, mas de promover bem-estar e reduzir impactos ao longo dos anos.” Com base nesse panorama, médicos destacam seis cuidados essenciais para a rotina feminina:

1. Manter os exames de rastreamento atualizados
A mamografia é fundamental para o diagnóstico precoce do câncer de mama e é recomendada a partir dos 40 anos, podendo ser antecipada conforme avaliação médica. A mastologista Michelle Ortega reforça que “o rastreamento regular permite identificar alterações ainda em estágio inicial, muitas vezes antes do surgimento de sintomas.” Além disso, exames laboratoriais como glicemia, colesterol, função tireoidiana e hemograma ajudam a detectar condições silenciosas.

2. Manter a vacinação em dia
A vacinação contra HPV é recomendada prioritariamente para adolescentes, mas adultos não imunizados também podem se beneficiar. A vacina contra hepatite B é indicada para quem não completou o esquema. A imunização é uma ferramenta decisiva na prevenção de doenças graves, especialmente para mulheres com vida sexual ativa.

3. Realizar acompanhamento ginecológico regular
O exame preventivo (Papanicolau) deve começar com o início da vida sexual e ser feito periodicamente. Ele identifica lesões precursoras do câncer do colo do útero, além de ajudar no diagnóstico de outras condições como endometriose e síndrome dos ovários policísticos. A avaliação médica regular é importante mesmo na ausência de sintomas.

4. Não normalizar alterações no ciclo menstrual
Irregularidades, dores intensas e sangramentos fora do padrão podem indicar desequilíbrios hormonais ou doenças como miomas e endometriose. “Alterações persistentes não devem ser consideradas normais. O acompanhamento médico permite investigar causas e intervir precocemente”, alerta a ginecologista.

5. Monitorar a saúde do coração
Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres. Fatores de risco como hipertensão, colesterol alto, diabetes, tabagismo, obesidade e sedentarismo devem ser monitorados com avaliações cardiológicas regulares, especialmente após os 40 anos. O cardiologista Alexandre Galvão destaca que hábitos saudáveis são fundamentais para reduzir riscos.

6. Priorizar o autocuidado físico e emocional
Estresse crônico, privação de sono e sedentarismo aumentam o risco de doenças. Sono adequado, alimentação equilibrada, atividade física e atenção à saúde mental são essenciais. A ginecologista reforça que “colocar o próprio cuidado como prioridade é fundamental para garantir qualidade de vida e longevidade.”

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa, reforçando a necessidade de prevenção e cuidados contínuos para a saúde da mulher.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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