Mulheres transformam estratégias no mercado de consórcios com escuta ativa
Consultoras redefinem o consórcio como ferramenta de planejamento financeiro e autonomia
A presença feminina no mercado de consórcios tem promovido uma transformação significativa na forma de orientar clientes e estruturar investimentos. Consultoras estão adotando um modelo consultivo, que prioriza a escuta ativa e o planejamento patrimonial de longo prazo, mudando a percepção do consórcio de uma simples compra parcelada para uma estratégia financeira inteligente.
Segundo Juciel Oliveira, fundador da Monteo Investimentos, “as mulheres trouxeram para o mercado de consórcios uma mudança de mentalidade muito importante. O foco deixa de ser apenas vender uma cota e passa a ser entender o projeto de vida do cliente, estruturando uma estratégia financeira real”. Essa abordagem valoriza o entendimento profundo das necessidades do cliente, promovendo autonomia e segurança financeira.
Exemplos práticos ilustram essa mudança. Amanda Tanno Garcia, consultora de Maringá (PR), destaca o caso de um casal que buscava rapidez para a casa própria. “Estruturamos uma estratégia personalizada com seis cartas de crédito e todas foram contempladas no mesmo mês”, relata. Mais do que o resultado técnico, Amanda ressalta a restauração da confiança da família no sistema financeiro.
Aline Sanches, de Marialva (PR), atende perfis muitas vezes negligenciados, como mulheres recém-divorciadas que nunca lideraram suas decisões financeiras. Ela conta a história de uma cliente que, ao direcionar uma renda para uma carta de consórcio, foi contemplada na quinta parcela e obteve lucro significativo, o que lhe permitiu quitar dívidas e planejar novos investimentos.
Outra consultora, Asenate Melchiori, destaca o consórcio como ferramenta para brasileiros que vivem no exterior e desejam construir patrimônio no Brasil. “O que diferencia aposta de construção é o planejamento”, afirma. Já Thatiele Viegas, ao atender uma aposentada, percebeu que o consórcio pode representar cuidado e legado para as próximas gerações.
Para Cíntia Araújo, o consórcio é uma forma de democratizar o crédito, mas alerta para a importância do planejamento. “Entrar em um consórcio sem planejamento pode transformar uma ferramenta de compra inteligente em uma dor de cabeça financeira”, explica. Ela reforça que o acompanhamento estratégico é fundamental para o sucesso do investimento.
A Monteo Investimentos, com mais de 3.500 clientes ativos e R$ 1,2 bilhão em cartas de crédito sob gestão, exemplifica essa transformação cultural. A empresa atua com um modelo de atendimento consultivo, alinhando decisões financeiras aos objetivos de longo prazo. O avanço feminino no setor representa uma mudança na forma de conduzir negociações, unindo vendas e planejamento patrimonial.
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