EMS lança campanha para alertar sobre avanço da obesidade no Brasil

“O Peso Invisível” destaca a complexidade da obesidade e seus impactos sociais e de saúde

A EMS, líder no mercado farmacêutico brasileiro, lançou a campanha nacional “O Peso Invisível” para chamar atenção ao avanço preocupante da obesidade no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde, a obesidade entre adultos cresceu 118% entre 2006 e 2024, acompanhada por aumentos significativos em diabetes e hipertensão, consolidando a obesidade como principal fator para doenças cardiovasculares no país.

A campanha foi lançada durante a Semana da Obesidade, em 4 de março, Dia Mundial da Obesidade, data dedicada a discutir causas, prevenção e tratamento dessa condição que é reconhecida como uma epidemia de saúde pública. “O Peso Invisível” destaca que a obesidade vai além do peso corporal, envolvendo impactos inflamatórios, mecanismos metabólicos complexos e o estigma social que dificulta o acesso ao tratamento.

Iran Gonçalves Jr., diretor médico da EMS, ressalta que a campanha busca promover um diálogo responsável e qualificado, desconstruindo a visão simplista de que a obesidade é apenas uma escolha individual. Ele afirma que a liderança da EMS no setor traz a missão de ampliar a compreensão da doença e incentivar o debate entre a sociedade e a classe médica.

Dados do Atlas Mundial da Obesidade, com apoio da ABESO, indicam que cerca de 31% dos adultos brasileiros são afetados pela obesidade. A ABESO é uma entidade que reúne especialistas para elaborar diretrizes sobre a doença no país.

A médica endocrinologista Carolina C. Porto Silva Janovsky, da UNIFESP, explica que a obesidade é uma doença crônica multifatorial, associada a mais de 200 comorbidades, incluindo diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono e alguns tipos de câncer. Ela destaca que a condição é frequentemente tratada de forma simplificada, sem considerar seus mecanismos metabólicos, hormonais e inflamatórios.

Além dos aspectos físicos, a campanha também chama atenção para o “peso invisível” da obesidade, que inclui o estigma social, ansiedade, compulsão alimentar e impacto na qualidade de vida. Segundo a especialista, o preconceito pode afastar pacientes do sistema de saúde e dificultar o tratamento, tornando o sofrimento emocional parte da doença que precisa ser considerado.

A abordagem multidisciplinar é fundamental, envolvendo cardiologistas, clínicos gerais, psiquiatras, nutricionistas e outros profissionais para um cuidado integrado.

Joaquim Alves, diretor da Unidade de Prescrição Médica da EMS, reforça que a campanha busca ampliar a conscientização, considerando não só os aspectos físicos, mas também os impactos sociais e emocionais da obesidade. A iniciativa promove informação de qualidade e diálogo entre profissionais de saúde e pacientes para fortalecer o cuidado e apoiar uma jornada terapêutica estruturada.

Além da campanha, a EMS ampliou o acesso ao tratamento por meio do programa “Vida + Leve”, que oferece suporte informativo e condições diferenciadas para pacientes em tratamento com canetas de liraglutida para obesidade e diabetes tipo 2. O programa inclui parcerias para facilitar o acesso a agulhas e serviços de telemedicina, reforçando o compromisso da EMS com o acompanhamento responsável de pessoas com doenças crônicas.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da EMS.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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