Prevenção e saúde feminina: cuidados essenciais no Dia da Mulher
A importância da prevenção e da consulta online para o autocuidado feminino
O Dia Internacional da Mulher é uma data que reforça a importância do autocuidado, da qualidade de vida e do acesso facilitado à saúde para as mulheres. Apesar dos avanços na medicina preventiva, muitas ainda enfrentam dificuldades para manter consultas e exames em dia, seja pela rotina intensa, falta de tempo ou barreiras para acessar especialistas.
A prevenção é o principal instrumento para reduzir riscos e identificar precocemente doenças que impactam diretamente a saúde feminina. Segundo a Dra. Rebeca Pereira dos Santos Rocha Coelho, “a prevenção é dividida por faixas etárias, focando nos riscos mais comuns de cada etapa. Não existe um único protocolo para todas as mulheres. Cada fase exige um olhar específico”.
Para mulheres a partir dos 20 anos, o Papanicolau é fundamental para detectar lesões no colo do útero, devendo ser feito anualmente ou conforme orientação médica. Exames de sangue para glicemia, colesterol, triglicerídeos, função renal e hepática também são importantes. Sorologias para infecções sexualmente transmissíveis, como HIV, sífilis e hepatites, devem ser realizadas especialmente em caso de troca de parceiros.
Entre 30 e 40 anos, o ultrassom transvaginal ajuda a avaliar útero e ovários, identificando cistos, miomas ou sinais de endometriose. Exames da tireoide, como TSH e T4 livre, ganham relevância, pois distúrbios tireoidianos são comuns. A mamografia geralmente é iniciada aos 40 anos, ou antes, quando há histórico familiar.
A partir dos 50 anos, a densitometria óssea torna-se essencial para monitorar a perda de massa óssea após a menopausa. A colonoscopia é indicada para rastreio de câncer de cólon a partir dos 45 ou 50 anos, e o acompanhamento cardiovascular deve ser mais rigoroso.
A médica alerta para três áreas críticas onde o diagnóstico costuma falhar ou demorar: endometriose, doenças cardiovasculares e lipedema. A endometriose muitas vezes é diagnosticada tardiamente devido à normalização da dor. Doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte entre mulheres, mas seus sintomas podem ser atípicos. O lipedema, doença inflamatória do tecido adiposo, é frequentemente confundido com obesidade, o que pode levar à negligência do quadro.
A telemedicina aparece como uma ferramenta estratégica para ampliar o acesso à saúde feminina. “A consulta online remove as maiores barreiras de adesão das mulheres modernas. A gestão do tempo é um fator central: elimina deslocamento e tempo de espera”, explica a Dra. Rebeca. Além disso, o acesso a especialistas fica mais fácil para mulheres que vivem longe de grandes centros, permitindo consultas com ginecologistas e endocrinologistas sem necessidade de viagens.
Esse formato é eficaz para a etapa inicial do check-up, pois o médico pode solicitar exames na consulta online, e a paciente só precisa sair de casa para realizá-los, retornando virtualmente para análise dos resultados.
O Dia Internacional da Mulher reforça que o cuidado com a saúde deve ser permanente. Manter exames em dia, reconhecer sintomas precocemente e utilizar recursos que facilitam o acesso à orientação médica são atitudes fundamentais para qualidade de vida e longevidade.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



