Casos de obesidade no Brasil crescem 118% em 18 anos, aponta estudo
Cirurgia bariátrica e novos critérios reforçam tratamento da doença crônica no país
Os casos de obesidade no Brasil tiveram um aumento significativo de 118% entre 2006 e 2024, conforme dados da Pesquisa Vigitel 2025, divulgada pelo Ministério da Saúde. Este crescimento alarmante reforça a necessidade de discutir as melhores formas de tratamento para essa doença crônica, que está associada a complicações como diabetes e hipertensão.
No contexto do Dia Mundial da Obesidade, celebrado em 4 de março, o Pilar Hospital, referência em cirurgia bariátrica e aparelho digestivo em Curitiba, destaca a importância da cirurgia como uma alternativa eficaz para casos mais graves. O cirurgião do aparelho digestivo do hospital, Dr. Diogo Swain Kfouri, explica que, apesar dos avanços nos medicamentos, como a semaglutida, a cirurgia bariátrica ainda é a opção mais eficiente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. “Estudos indicam que a cirurgia é cinco vezes mais eficiente que as chamadas canetas”, afirma o especialista.
A cirurgia bariátrica realizada no Pilar Hospital utiliza a técnica robótica, que permite procedimentos menos invasivos por meio de pequenos cortes. Essa abordagem reduz o trauma nos tecidos, diminui a dor no pós-operatório e acelera a recuperação, possibilitando alta hospitalar no dia seguinte. Além de reduzir o tamanho do estômago, o procedimento promove a liberação de hormônios que melhoram o metabolismo e ajudam a controlar doenças associadas.
Recentemente, o Conselho Federal de Medicina atualizou os critérios para a realização da cirurgia bariátrica, permitindo que pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 30 e com doenças graves, como diabetes descompensada, refluxo severo, apneia do sono grave e gordura no fígado com fibrose, possam ser submetidos ao procedimento. Essa mudança amplia o acesso ao tratamento para um maior número de pessoas.
Dr. Kfouri alerta que, mesmo após a cirurgia ou o uso de medicamentos emagrecedores, existe o risco de recuperação do peso em até 20% dos casos. Por isso, é fundamental que os pacientes adotem mudanças no estilo de vida, incluindo hábitos alimentares saudáveis e prática regular de exercícios físicos. Além disso, o acompanhamento com endocrinologista, nutricionista e psicólogo é essencial para manter a saúde física e mental e evitar a recuperação do peso.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do Hospital Pilar, reforçando a importância de um tratamento multidisciplinar e atualizado para enfrentar o crescimento da obesidade no Brasil.
Conceito visual principal: hospital, cirurgia, tecnologia, saúde, recuperação
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



