Azeite extra virgem e saúde feminina: benefícios comprovados pela ciência
Estudos internacionais destacam proteção cardiovascular, equilíbrio hormonal e longevidade para mulheres
Na semana do Dia Internacional das Mulheres, celebrado em 8 de março, cresce a atenção para escolhas alimentares que promovem a saúde feminina em todas as fases da vida. O azeite de oliva extra virgem, base da dieta mediterrânea, tem recebido destaque em estudos científicos internacionais por seus múltiplos benefícios para as mulheres.
Um dos principais estudos que reforçam essa relação é o PREDIMED, publicado no The New England Journal of Medicine. A pesquisa avaliou milhares de participantes, incluindo mulheres com alto risco cardiovascular, e constatou que a dieta mediterrânea suplementada com azeite extra virgem reduziu em cerca de 30% a incidência de eventos cardiovasculares maiores, como infarto e AVC.
Além disso, uma meta-análise publicada na revista Nutrition Reviews, vinculada à Universidade de Oxford, mostrou que dietas enriquecidas com azeite melhoram a função endotelial e diminuem marcadores inflamatórios, fatores importantes na prevenção das doenças cardiovasculares, que ainda são uma das principais causas de mortalidade feminina no mundo.
Outro estudo, publicado na Frontiers in Nutrition, acompanhou participantes por até 18 anos e associou o consumo regular de azeite a uma redução de até 31% no risco de mortalidade por todas as causas. Mulheres que consumiram mais azeite apresentaram 19% menor risco de mortalidade cardiovascular, 17% menor risco por câncer e 29% menor risco por doenças neurodegenerativas.
Os benefícios do azeite extra virgem também atingem o metabolismo e a saúde cerebral. Ensaios clínicos indicam melhora da pressão arterial e da composição corporal em mulheres com excesso de gordura, enquanto estudo publicado na JAMA Network Open relacionou o consumo do azeite a menor risco de mortalidade associada à demência, com destaque para o público feminino.
Os compostos fenólicos do azeite, como oleuropeína, hidroxitirosol e oleocanthal, são investigados por seus efeitos no equilíbrio hormonal feminino. Pesquisas disponíveis na PubMed Central indicam que esses bioativos podem modular vias relacionadas ao estrogênio, auxiliando na amenização dos sintomas da menopausa, na preservação da saúde óssea e na redução de processos inflamatórios, incluindo cólicas menstruais.
A nutricionista Martina Spina, parceira da Filippo Berio, destaca três motivos para incluir o azeite extra virgem na alimentação diária: é rico em ácidos graxos monoinsaturados que ajudam no controle do colesterol e proteção cardiovascular; contém polifenóis e vitamina E, antioxidantes que combatem o estresse oxidativo; e possui composição lipídica equilibrada, sendo estável para uso diário. Ela recomenda o consumo preferencial do azeite cru para preservar seus compostos bioativos, e o uso do azeite tipo único em preparações quentes.
Versátil, o azeite extra virgem pode ser usado em saladas, legumes, peixes e na finalização dos pratos, agregando sabor e benefícios nutricionais. Eduardo Casarin, diretor da Filippo Berio no Brasil, ressalta que incentivar o consumo do azeite é estimular escolhas conscientes alinhadas ao cuidado com a saúde feminina.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Filippo Berio.
Conceito visual principal: azeite, saúde, feminino, natural, alimentação.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



