Vacinação no Mês da Mulher: aliada essencial para a saúde feminina

Especialista reforça a importância do calendário vacinal em todas as fases da vida da mulher

No Mês da Mulher, a vacinação se destaca como uma estratégia essencial para a proteção da saúde feminina em todas as fases da vida. De acordo com a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, manter o calendário vacinal atualizado é fundamental para prevenir doenças graves, incluindo cânceres e infecções ginecológicas.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que o Brasil terá cerca de 19.310 novos casos de câncer do colo do útero anualmente entre 2026 e 2028. Diante desse cenário, a imunização contra o HPV é um avanço significativo, pois o vírus é o principal causador desse tipo de câncer. “O HPV é extremamente comum, mas a vacinação antes da exposição ao vírus reduz drasticamente o risco de lesões precursoras e câncer. Mesmo mulheres adultas podem se beneficiar, mediante orientação profissional”, explica Elisa.

Além do HPV, outras vacinas são recomendadas para mulheres adultas, como influenza (anual), hepatites A e B, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), dupla adulto (difteria e tétano), dTpa para gestantes, além de meningite e varicela conforme avaliação individual. Durante a gestação, a vacinação ganha ainda mais importância, pois protege tanto a mãe quanto o bebê, por meio da transferência de anticorpos, reduzindo riscos nos primeiros meses de vida da criança.

Para mulheres acima dos 50 anos, a vacina contra herpes-zóster é altamente recomendada. Essa doença, causada pela reativação do vírus da varicela, pode provocar dor intensa e complicações neurológicas. A imunização também é crucial para mulheres com imunidade reduzida ou doenças crônicas.

Na terceira idade, a atenção deve ser redobrada, pois ocorre a imunossenescência, que diminui a resposta imunológica natural do organismo. Vacinas contra influenza, pneumocócica e herpes-zóster são fundamentais para prevenir hospitalizações e preservar a qualidade de vida. “Manter o calendário atualizado na terceira idade é uma medida de autonomia e cuidado. A prevenção evita descompensações de doenças crônicas e perda funcional”, afirma a especialista.

Elisa Lino reforça que a vacinação não é apenas uma medida pontual da infância, mas um cuidado contínuo que acompanha a mulher ao longo da vida. “Cuidar da imunização é um ato de autocuidado e de responsabilidade com a própria saúde. Informação e acompanhamento profissional são fundamentais para decisões seguras”, conclui.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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