Liderança feminina que transforma negócios e inspira inovação no Brasil
Histórias de mulheres que unem propósito e estratégia para redesenhar mercados nacionais
Empreender sendo mulher no Brasil é um desafio que exige resistência e reinvenção. Segundo dados do Sebrae, as mulheres representam cerca de 34% dos empreendedores no país, mas ainda enfrentam obstáculos como desigualdade no acesso a crédito e a sobrecarga da dupla jornada. No Dia Internacional da Mulher, é fundamental reconhecer as histórias que estão transformando mercados com sensibilidade, estratégia e propósito.
Maria Ribeiro, fotógrafa e artista visual, criou a “fotomedicina”, um processo terapêutico que usa a fotografia como ferramenta de cura e autonomia para mulheres. Sua prática autoral rompe com padrões estéticos tradicionais, promovendo ensaios sem retoques que envolvem acolhimento e diálogo. Seu projeto “Nós Madalenas – Uma Palavra Pelo Feminismo” reuniu cem mulheres de diferentes corpos e contextos, consolidando sua pesquisa sobre corpo e narrativa feminina. Maria foi reconhecida internacionalmente, inclusive pela ONU Mulheres, por usar a arte como instrumento político e de cura coletiva.
Na área da primeira infância, Isabella Maluf fundou a Hestia Ventures, uma holding que apoia empresas focadas no desenvolvimento saudável de crianças e famílias. Formada em Engenharia Química e com MBA em Stanford, Isabella aplicou sua experiência para suprir a carência de soluções inovadoras para os primeiros anos de vida, unindo ciência, estratégia e propósito.
Amanda Chatah, fundadora da Muskinha, transformou uma experiência pessoal em negócio ao criar a cama casinha inspirada no método Montessori. Desde 2016, sua marca une segurança, autonomia infantil e design afetivo, refletindo o empreendedorismo feminino que nasce da vivência real.
Luane Lohn, à frente da Ciclo Cosméticos, revitalizou uma marca de fragrâncias a granel e a tornou uma potência nacional. Veterinária de formação, ela acredita que “fragrância é emoção — e liderança feminina é estratégia com humanidade”, destacando a importância da sensibilidade na gestão.
Shadya Hamad, mãe e fundadora da Amarelo Ipê Brinquedos, promove inclusão e respeito às diferenças por meio do brincar. Inspirada na árvore símbolo de força e acolhimento, seu projeto apoia mães atípicas e o desenvolvimento infantil com empatia.
Outras lideranças como Luciana Pianaro, Lu Ribeiro, Aline Graffiette, Dra. Andrezza Botelho, Adriana Lotaif, e as irmãs Andrea e Renata Godoy também contribuem para transformar seus setores, unindo propósito, ciência, saúde e inovação.
Essas mulheres mostram que liderar não é adaptação, mas a construção de novos modelos que valorizam sensibilidade, cuidado e propósito como diferenciais competitivos. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



