Dia Mundial da Audição destaca prevenção e tecnologia para saúde auditiva
Perda auditiva entre jovens cresce; aparelhos invisíveis e inteligentes são aliados essenciais
No próximo dia 3 de março, o mundo celebra o Dia Mundial da Audição, uma data estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar sobre a saúde auditiva. Em 2026, o alerta ganha ainda mais relevância diante do aumento dos casos de perda auditiva entre pessoas de 20 a 50 anos, faixa etária que antes não era prioridade para esse tipo de cuidado.
Segundo o último Relatório Mundial sobre a Audição, cerca de 2,5 bilhões de pessoas no mundo poderão apresentar algum grau de perda auditiva nas próximas duas décadas. No Brasil, mais de 10 milhões de brasileiros já convivem com essa condição. A fonoaudióloga e audiologista Dra. Katya Freire, com mais de 30 anos de experiência, explica que “a perda auditiva nessa faixa produtiva é frequentemente negligenciada por ser gradual. O indivíduo demora, em média, sete anos para procurar ajuda profissional.”
A especialista ressalta que muitos confundem a dificuldade de ouvir em ambientes barulhentos com cansaço mental. Ela afirma que “tratar pequenos sinais aos 30 ou 40 anos é investir na manutenção do cérebro jovem e evitar o esgotamento que vem do esforço para tentar escutar.”
Além de afetar a comunicação, a perda auditiva não tratada impacta a saúde mental, o bem-estar e a performance profissional. Estudos da The Lancet Commission indicam que essa condição é um dos principais fatores de risco modificáveis para o declínio cognitivo e a demência. A intervenção precoce pode reduzir o isolamento social, a depressão, melhorar a concentração e eliminar a fadiga de escuta, além de aumentar a percepção espacial e diminuir o risco de quedas.
A tecnologia dos aparelhos auditivos evoluiu muito. Hoje, os dispositivos são “verdadeiros computadores de ouvido”, com conectividade Bluetooth e inteligência artificial, que se adaptam automaticamente ao ambiente. A diretora de Marketing e Produtos Latam da WSA, Gisele Munhoes dos Santos, destaca a diversidade de modelos: “Modelos invisíveis intracanais, design contemporâneo que lembra acessórios tecnológicos de luxo e personalização em cores que vão dos tons de pele a acabamentos metálicos e vibrantes.”
Ela reforça que “hoje temos formatos que se adaptam a qualquer anatomia. É um autocuidado que une saúde, estética e máxima tecnologia.”
O Dia Mundial da Audição reforça que cuidar da audição é um ato de liberdade. A recomendação é incluir uma audiometria anual no check-up, especialmente para quem usa fones de ouvido diariamente ou frequenta ambientes ruidosos, mantendo assim a saúde auditiva em dia e a “bateria social” sempre carregada.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



