Cresce a economia do bem-estar, mas brasileiros seguem dormindo pouco

Setor movimenta trilhões globalmente, mas 72% dos brasileiros têm distúrbios do sono

A economia do bem-estar tem mostrado um crescimento acelerado no mundo, com o mercado global estimado em R$ 36 trilhões até 2028, segundo o Global Wellness Institute. Esse avanço é impulsionado por investimentos em saúde mental, qualidade de vida e prevenção, consolidando o descanso como um dos pilares centrais desse setor.

No entanto, o Brasil enfrenta um cenário preocupante: dados da Fiocruz revelam que 72% dos brasileiros convivem com algum distúrbio do sono, e mais de 70 milhões dormem menos do que o recomendado. Essa realidade ganhou destaque recentemente devido ao aumento de casos de estresse, ansiedade e fadiga crônica.

Vanessa Ferraz, CEO da BF Colchões, aponta uma clara contradição entre o discurso global sobre bem-estar e a situação brasileira. Ela afirma que “falamos cada vez mais sobre produtividade e saúde, mas seguimos negligenciando o descanso, que é a base de tudo. O sono é um indicador direto de qualidade de vida, desempenho cognitivo e equilíbrio emocional.”

Além da rotina intensa e do excesso de estímulos digitais, a baixa eficiência do sono é um fator pouco discutido. Dormir muitas horas não garante recuperação adequada quando o corpo não encontra suporte para relaxar completamente. Problemas como postura incorreta, pontos de pressão, desconforto térmico e microdespertares impedem que o organismo atinja os estágios profundos do sono, essenciais para a restauração física e mental.

Alguns hábitos do dia a dia podem ajudar a melhorar a qualidade do descanso, como reduzir o uso de telas antes de dormir, manter horários regulares para dormir e acordar, criar ambientes frescos e silenciosos e estabelecer rituais de desaceleração ao fim do dia.

Nesse contexto, a tecnologia aplicada ao descanso ganha importância estratégica. Soluções que consideram ergonomia, adaptação ao corpo, distribuição inteligente do peso e regulação térmica transformam o sono em um período efetivo de recuperação. Em um país com altas temperaturas, estresse elevado e jornadas irregulares, pensar no colchão como um elemento ativo da saúde muda a lógica do descanso.

Vanessa Ferraz conclui que “se o bem-estar se tornou um motor econômico global, o sono precisa ocupar um lugar central nessa discussão no Brasil. Não é possível falar em qualidade de vida sem falar em dormir melhor, e isso exige soluções pensadas para a realidade do corpo, do clima e da rotina das pessoas.”

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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