Doenças oculares raras na infância: diagnóstico precoce é essencial

Entenda a importância do teste do olhinho e acompanhamento para preservar a visão infantil

No Dia Mundial de Doenças Raras, celebrado em 28 de fevereiro, a atenção se volta para as patologias oculares raras que afetam milhões de brasileiros, muitas delas surgindo na infância. A oftalmologista Dra. Mayra Leite, do H.Olhos, reforça que “a maioria das doenças oculares raras é de origem genética e se manifesta principalmente na infância. Muitas delas são progressivas e degenerativas, deteriorando estruturas oculares de forma irreversível. Identificá-las o quanto antes é fundamental para preservar a visão e a qualidade de vida do paciente”.

O diagnóstico precoce dessas doenças começa já na maternidade, com a realização do teste do reflexo vermelho, conhecido como teste do olhinho. Este exame utiliza um oftalmoscópio indireto para emitir um feixe de luz vermelho no olho do recém-nascido e observar o reflexo na retina, permitindo a detecção inicial de possíveis anomalias.

Entretanto, o teste do olhinho é apenas o primeiro passo. Segundo a Dra. Mayra Leite, “para prevenir doenças oculares, é importante que o bebê passe pela primeira consulta oftalmológica completa entre os seis meses e o primeiro ano de vida, ou ao nascimento, se for prematuro. O acompanhamento com o especialista deverá ser feito regularmente, até os sete anos de idade”.

Entre as doenças oculares raras que requerem atenção na infância, destacam-se:
– Anirídia: ausência total ou parcial da íris, causando sensibilidade à luz e baixa acuidade visual, podendo levar a glaucoma e catarata;
– Catarata congênita: opacificação do cristalino que pode causar cegueira se não tratada;
– Glaucoma congênito: desenvolvimento anormal do sistema de drenagem ocular, diagnosticado geralmente no primeiro ano;
– Retinoblastoma: tumor maligno na retina, com sinais como reflexo branco na pupila e estrabismo;
– Síndrome de Coloboma: deformações na íris, retina ou nervo óptico, podendo causar cegueira.

Pais e cuidadores devem observar sinais como dificuldade para adaptação ao escuro, sensibilidade excessiva à luz, movimentos oculares involuntários e baixa acuidade visual. Embora muitas dessas doenças não tenham cura definitiva, o diagnóstico e tratamento precoces são essenciais para controlar a enfermidade e evitar sua progressão.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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