Cuidados paliativos: entenda como melhorar a qualidade de vida no tratamento

Saiba o que são cuidados paliativos e como eles auxiliam pacientes com doenças graves

Com o aumento do número de pessoas convivendo com doenças crônicas e potencialmente graves, os cuidados paliativos têm ganhado destaque na medicina contemporânea e no debate público. Essa abordagem é voltada para pacientes com condições que ameaçam a vida, com foco no alívio do sofrimento e na promoção da qualidade de vida. Isso inclui o controle de sintomas físicos, como dor e falta de ar, além do suporte emocional, social e familiar.

No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 625 mil pessoas necessitam desse tipo de cuidado. No entanto, mitos ainda dificultam a compreensão do verdadeiro papel dos cuidados paliativos, muitas vezes associados apenas à fase terminal da doença. A médica especializada na área, Samanta Gaertner Mariani, esclarece que “cuidados paliativos não significam o fim do tratamento. Pelo contrário, podem e devem caminhar junto às terapias curativas, focando no alívio dos sintomas, redução do sofrimento e promovendo conforto e dignidade ao longo de todo o acompanhamento”.

Outro equívoco comum é pensar que optar por cuidados paliativos significa desistir do tratamento ou “acelerar” a morte. Na realidade, essa abordagem não antecipa nem prolonga o processo de morrer, mas tem como propósito aliviar o sofrimento e qualificar a vida. No Brasil, a eutanásia não é permitida por lei, e cuidados paliativos não se confundem com essa prática.

O cuidado é interdisciplinar, envolvendo médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e outros profissionais que atuam de forma integrada. A médica destaca que “mais do que controlar sintomas, os cuidados paliativos são fundamentais para apoiar decisões complexas, fortalecer a autonomia do paciente e garantir que cada conduta seja proporcional e alinhada aos seus valores e prioridades. É assim que asseguramos a melhor qualidade de vida possível”.

A medicina moderna reconhece cada vez mais a importância de integrar os cuidados paliativos aos tratamentos tradicionais, promovendo uma assistência centrada na pessoa. Em um contexto de envelhecimento populacional e avanço das doenças crônicas, ampliar o acesso a esses cuidados e combater a desinformação são passos essenciais para garantir dignidade, qualidade de vida e respeito às escolhas de cada indivíduo em todas as etapas da vida.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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