Azeite extra virgem e saúde feminina: benefícios para coração e longevidade

Filippo Berio destaca estudos que comprovam efeitos positivos do azeite na saúde da mulher

Em março, mês do Dia Internacional das Mulheres, a Filippo Berio destaca evidências científicas que associam o consumo regular do azeite de oliva extra virgem à saúde cardiovascular, cognitiva e à longevidade feminina. Estudos internacionais de referência mostram como escolhas alimentares podem impactar diretamente a qualidade de vida das mulheres.

Um dos principais estudos citados é o PREDIMED, publicado no New England Journal of Medicine, que avaliou milhares de participantes, incluindo mulheres com alto risco cardiovascular. A pesquisa demonstrou que a dieta mediterrânea suplementada com azeite extra virgem reduziu em cerca de 30% a incidência de eventos cardiovasculares maiores, como infarto e AVC. Além disso, uma meta-análise da Universidade de Oxford, publicada na revista Nutrition Reviews, apontou que dietas enriquecidas com azeite melhoram a função endotelial e reduzem marcadores inflamatórios, fatores ligados à prevenção de doenças cardiovasculares, uma das principais causas de mortalidade feminina no mundo.

Outro estudo, publicado na revista Frontiers in Nutrition, acompanhou participantes por até 18 anos e associou o consumo regular de azeite a uma redução de até 31% no risco de mortalidade por todas as causas, reforçando seu papel na longevidade. Um amplo estudo prospectivo com dezenas de milhares de mulheres mostrou que as maiores consumidoras de azeite apresentaram 19% menor risco de mortalidade cardiovascular, 17% menor risco por câncer e 29% menor risco por doenças neurodegenerativas.

Os benefícios do azeite extra virgem também alcançam o metabolismo e a saúde cerebral. Um ensaio clínico randomizado indicou melhora da pressão arterial e da composição corporal em mulheres com excesso de gordura corporal. Já um estudo publicado na JAMA Network Open associou o consumo do azeite a menor risco de mortalidade relacionada à demência, com destaque para mulheres. Análises complementares indicam redução de até 28% nesse risco, independentemente da qualidade global da dieta.

Além disso, compostos fenólicos presentes no azeite, como oleuropeína e hidroxitirosol, ajudam a regular hormônios femininos, modulando vias do estrogênio e aliviando sintomas da menopausa, como fogachos, além de melhorar o sono e reduzir dores menstruais. Esses compostos atuam como fitoestrogênios leves, benéficos para a saúde óssea e redução do risco de câncer de mama. Outros componentes, como o oleocanthal, apresentam ação anti-inflamatória capaz de reduzir contrações uterinas associadas à cólica menstrual.

A nutricionista Martina Spina, em colaboração com a Filippo Berio, destaca três motivos para incluir o azeite na rotina alimentar: “É uma gordura boa, rica em ácidos graxos monoinsaturados que ajudam a manter o colesterol sob controle e a proteger o coração. Contém polifenóis e vitamina E, antioxidantes que defendem as células do estresse oxidativo. O azeite de oliva, em comparação com muitos outros óleos vegetais, é mais estável, com uma composição lipídica muito mais equilibrada.” Ela recomenda o uso do azeite extra virgem cru para preservar seus benefícios e sabor, e o azeite tipo único para cozinhar.

Versátil, o azeite extra virgem pode ser usado em saladas, finalização de pratos, legumes e peixes, preservando sabor e propriedades nutricionais. Eduardo Casarin, diretor da Filippo Berio no Brasil, ressalta que “incentivar seu consumo é também estimular escolhas mais saudáveis no cotidiano das mulheres.”

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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