Tecnologia auxilia no cuidado e qualidade de vida de pacientes oncológicos no Sul
Aparelhos de medição domiciliar ajudam no monitoramento e bem-estar durante o tratamento de câncer
O câncer é a principal causa de morte em 670 municípios brasileiros, com o Sul e o Sudeste liderando o ranking de novos casos, segundo o estudo do Observatório de Oncologia. Esse cenário, impulsionado pelo envelhecimento populacional e melhores diagnósticos, exige avanços na qualidade de vida dos pacientes oncológicos. Nesse contexto, a tecnologia tem se mostrado uma aliada importante para o conforto e bem-estar durante o tratamento.
De acordo com dados do SUS, os casos de câncer entre pessoas de 18 a 50 anos cresceram 284% entre 2013 e 2024. Para enfrentar esse desafio, aparelhos de saúde domiciliar vêm ganhando destaque, pois evitam idas frequentes ao hospital e proporcionam maior autonomia e segurança aos pacientes.
Pedro Henrique, diretor de marketing e produto da G-TECH, destaca que o objetivo desses dispositivos vai além de “medir números”. “O objetivo é que o paciente se sinta no controle de sua saúde, e não refém do diagnóstico”, afirma. Ele ressalta que aparelhos simples podem ser decisivos para o acompanhamento médico e para a qualidade de vida do paciente.
Entre os dispositivos recomendados, o aparelho de pressão arterial digital é fundamental para monitorar oscilações causadas por medicamentos quimioterápicos, que podem provocar hipertensão induzida. A Sociedade Brasileira de Cardiologia considera os aparelhos de braço como padrão ouro pela estabilidade, enquanto os de pulso oferecem conveniência para pacientes com mobilidade reduzida ou sensibilidade no braço.
O termômetro infravermelho sem contato é outro aliado importante, especialmente para pacientes imunossuprimidos. Ele permite a medição rápida da temperatura sem contato físico, facilitando o monitoramento da neutropenia febril, condição que exige ação imediata.
O oxímetro de pulso portátil também é essencial para avaliar a saturação de oxigênio, principalmente em pacientes que passaram por cirurgias torácicas ou apresentam fadiga extrema. Estudos indicam que o automonitoramento da saturação aumenta a percepção de segurança do paciente em até 40%, reduzindo a ansiedade.
Além disso, o uso de umidificadores ultrassônicos ajuda a manter a umidade do ar entre 40% e 60%, prevenindo sangramentos nasais e irritações na garganta, comuns em pacientes que fazem radioterapia de cabeça e pescoço. Um ambiente com ar controlado também favorece a qualidade do sono, importante para a regeneração celular e resposta imunológica.
Pedro Henrique conclui que “integrar esses dispositivos no cotidiano é dar ao médico um diário clínico preciso e ao paciente a tranquilidade de que ele está sendo vigiado pela ciência, mesmo enquanto descansa em seu sofá”.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



