Reclamações contra planos de saúde crescem e revelam falhas estruturais no setor
Média de quatro queixas por hora expõe desafios na gestão e comunicação das operadoras
O setor de saúde suplementar no Brasil enfrenta um cenário preocupante, com uma média de quatro reclamações por hora contra planos de saúde em 2025. Segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor, foram registradas quase 35 mil queixas ao longo do ano, um número que revela não apenas um pico estatístico, mas também um desgaste estrutural na relação entre beneficiários e operadoras.
Essas reclamações não se limitam ao volume, mas indicam problemas recorrentes que afetam diretamente a experiência dos usuários. Muitas das queixas derivam de falhas previsíveis, como problemas de comunicação entre as partes, negativas de cobertura, atrasos em reembolsos e dificuldades na gestão da jornada do paciente. Questões que, segundo especialistas, poderiam ser minimizadas com o uso de tecnologia, inteligência de dados e uma gestão mais ativa por parte das empresas contratantes.
Murilo Wadt, cofundador e diretor-geral da HealthBit, consultoria estratégica em gestão de saúde corporativa, destaca que mesmo com o avanço da digitalização, as reclamações continuam crescendo. Isso indica que a transformação digital, por si só, não é suficiente para resolver os principais gargalos existentes entre operadoras, empresas e usuários.
A situação exposta reforça a necessidade de repensar a forma como os planos de saúde se relacionam com seus clientes, investindo em processos mais eficientes e transparentes. A adoção de soluções tecnológicas pode facilitar a comunicação, agilizar os processos de reembolso e garantir maior clareza nas coberturas oferecidas, contribuindo para a redução dos conflitos.
Este panorama, elaborado com dados da assessoria de imprensa da HealthBit, evidencia que a gestão da saúde suplementar no Brasil ainda enfrenta desafios estruturais significativos. A busca por melhorias passa pela integração entre tecnologia, inteligência de dados e uma postura proativa das operadoras para atender melhor as demandas dos beneficiários.
Assim, para o público feminino, que muitas vezes gerencia a saúde da família, entender esses desafios é fundamental para exigir mais transparência e eficiência dos planos de saúde, garantindo um atendimento mais justo e eficaz.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



