Mercado de trabalho e inteligência artificial: o que o talento jovem precisa saber

Profissionais em início de carreira devem dominar IA e pensar estrategicamente para se destacar

A transformação do mercado de trabalho está em ritmo acelerado, impulsionada pela automação e pela inteligência artificial (IA). Segundo um estudo da McKinsey Global Institute, até 2030 cerca de 70% das atividades profissionais poderão ser impactadas por essas tecnologias. Isso exige dos profissionais, especialmente os jovens que estão ingressando no mercado, uma nova postura e habilidades mais complexas.

Alexandre Weiler, consultor de carreira da ESIC Internacional, explica que “o mercado já não valoriza tanto a execução de tarefas repetitivas. A inteligência artificial faz isso com mais rapidez e precisão”. Por isso, as empresas buscam profissionais que saibam pensar estrategicamente, trabalhar com dados e IA desde o primeiro dia e conectar tecnologia com objetivos de negócio.

A entrada tradicional no mercado, focada em cargos júnior com tarefas operacionais e aprendizado gradual, está se tornando insuficiente. A capacidade de adaptação rápida e o domínio prático de soluções digitais são diferenciais importantes para quem está começando a carreira. Weiler ressalta que essa transformação representa uma oportunidade para os jovens, pois “a capacidade de aprender rapidamente e de se adaptar a novas ferramentas tende a ser mais valorizada do que a experiência tradicional acumulada ao longo dos anos”.

Além disso, o Fórum Econômico Mundial aponta que mais de 50% dos trabalhadores precisarão passar por algum tipo de requalificação até 2027 para atender às novas demandas do mercado. Isso reforça a importância da aprendizagem contínua e da atualização constante das competências.

Para se preparar para essa nova realidade, o consultor indica alguns pontos essenciais: desenvolver familiaridade prática com ferramentas de inteligência artificial e análise de dados; investir em aprendizado contínuo; fortalecer habilidades analíticas, pensamento crítico e visão estratégica; buscar formações que integrem tecnologia e negócios; e estar aberto a novos formatos de trabalho, como funções híbridas.

Weiler também destaca o papel das instituições de ensino superior: “As universidades devem antecipar tendências e preparar os alunos para um mercado em que a tecnologia não é apenas uma ferramenta, mas um diferencial competitivo”. Isso envolve currículos atualizados, metodologias baseadas na resolução de problemas reais e uma conexão maior com empresas que já utilizam IA no dia a dia.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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