Agilidade emocional e liderança feminina: temas para o Dia da Mulher
Psicóloga Carla Béck destaca desafios e avanços das mulheres no mercado de trabalho
Com a proximidade do Dia Internacional da Mulher, o debate sobre os desafios e avanços das mulheres no mercado de trabalho ganha destaque. A psicóloga e consultora Carla Béck, com mais de 30 anos de experiência, traz importantes reflexões sobre comportamento, carreira, saúde mental e liderança feminina.
Um dos temas centrais abordados por Carla é a agilidade emocional, definida como a capacidade de reconhecer, compreender e usar as emoções como informações estratégicas, em vez de reprimi-las. Essa habilidade tem se mostrado fundamental para prevenir o burnout, especialmente entre as mulheres. Segundo dados do Ministério da Previdência Social, em 2024, as mulheres representaram 63,8% das 472 mil licenças por questões relacionadas à saúde mental. Carla destaca que muitas profissionais enfrentam o custo emocional de manter uma imagem constante de controle e produtividade, o que pode mascarar sinais de exaustão e ansiedade.
Além disso, a inclusão no ambiente de trabalho é apontada como um fator decisivo para a permanência e crescimento das mulheres nas empresas. Pesquisa da PwC (2023) revela que mulheres que se sentem incluídas são 1,5 vezes mais propensas a buscar promoções e 1,7 vezes mais a investir em desenvolvimento profissional. Carla ressalta que o senso de pertencimento vai além das políticas formais, envolvendo cultura organizacional e segurança psicológica.
Outro ponto relevante é o impacto da liderança feminina nos resultados corporativos. Competências como empatia, flexibilidade emocional e resiliência têm ganhado espaço, e a presença das mulheres em cargos estratégicos está associada a decisões mais equilibradas e ambientes mais inclusivos. O relatório Women in the Workplace 2023 mostra que empresas com maior diversidade de gênero na liderança têm 25% mais chances de alcançar lucratividade acima da média.
Por fim, Carla chama atenção para o trabalho invisível das mulheres, que dedicam em média 9,6 horas a mais por semana a afazeres domésticos e cuidados, mesmo quando inseridas no mercado formal. Essa sobrecarga operacional e emocional, conhecida como “carga mental”, está ligada a estresse crônico e impactos na saúde mental e carreira.
Com esses dados e análises, Carla Béck oferece uma visão abrangente sobre os desafios contemporâneos das mulheres, reforçando a importância de estratégias que promovam saúde emocional, inclusão e reconhecimento no ambiente profissional. Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



