Alopecia: quando a queda de cabelo exige atenção médica imediata

Dermatologista explica sinais de alerta e importância do diagnóstico precoce

A queda de cabelo é um processo natural, mas quando se torna intensa, prolongada ou gera falhas visíveis no couro cabeludo, é fundamental buscar avaliação médica. A dermatologista Luana Vieira Mukamal, do grupo Kora Saúde, alerta que a perda dos fios vai além da estética e pode indicar condições que precisam de atenção especializada.

Segundo a especialista, “a perda diária de fios é considerada normal até certo limite. O problema surge quando há afinamento progressivo, queda intensa ou surgimento de áreas com rarefação ou falhas”. A alopecia, termo médico para a perda parcial ou total dos cabelos, pode estar relacionada a diversos fatores, como predisposição genética, alterações hormonais, condições autoimunes, inflamações no couro cabeludo e períodos de estresse físico ou emocional.

A condição pode se manifestar de formas variadas e em diferentes fases da vida, o que torna o diagnóstico individualizado essencial. “A alopecia é uma condição multifatorial e não deve ser tratada de forma genérica. Cada paciente apresenta um padrão de queda, um histórico clínico e fatores associados distintos. Por isso, o diagnóstico dermatológico individualizado é fundamental para definir a melhor abordagem terapêutica e evitar a progressão da perda dos fios”, explica Luana Vieira Mukamal.

Alguns sinais indicam que a queda de cabelo ultrapassou o esperado. Além da diminuição perceptível do volume capilar e do aparecimento de falhas, a queda persistente ao longo dos meses, acompanhada de sintomas como coceira ou sensibilidade no couro cabeludo, merece atenção. Alterações na textura dos fios, que passam a nascer mais finos, frágeis ou com crescimento mais lento, também são indicativos importantes.

Em alguns casos, o couro cabeludo pode apresentar sinais inflamatórios, como ardor, sensibilidade ao toque ou descamação, sintomas que frequentemente antecedem uma queda mais acentuada e que costumam ser subestimados no dia a dia.

O tratamento da alopecia depende diretamente da identificação da sua causa. A avaliação dermatológica permite analisar o histórico do paciente, o padrão da queda e, se necessário, solicitar exames complementares. A partir disso, podem ser indicadas terapias tópicas ou sistêmicas, procedimentos dermatológicos e ajustes nos cuidados diários.

“A avaliação dermatológica permite compreender o padrão da perda dos fios e os fatores associados, orientando uma abordagem terapêutica específica e individualizada. Quanto mais precoce for essa condução, maiores são as chances de controlar a evolução da condição e preservar a saúde capilar”, reforça a especialista.

Mais do que uma questão estética, a alopecia reflete alterações no organismo e pode impactar a autoestima e o bem-estar emocional. “Cuidar do cabelo também é cuidar da saúde. A informação correta ajuda a reduzir o estigma e incentiva a busca por acompanhamento médico”, conclui Luana Vieira Mukamal.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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