Telemedicina: 5 usos eficazes e 5 cuidados essenciais para o atendimento remoto

Entenda quando a telemedicina é aliada no cuidado e quando a consulta presencial é indispensável

A telemedicina já faz parte da rotina assistencial no Brasil, oferecendo agilidade e maior acesso ao cuidado em saúde. Regulamentada e incorporada por operadoras como a Select Operadora de Saúde, essa modalidade deve ser usada com critério para garantir segurança e qualidade no atendimento. Luiz Dornelles, superintendente corporativo da Select, destaca que a telemedicina não substitui o médico presencial, mas qualifica o acesso e organiza o cuidado, reduzindo riscos e evitando atrasos.

Entre os usos corretos da telemedicina, destacam-se cinco situações:
1. Triagem e orientação inicial: A teleconsulta é eficiente para avaliar sintomas iniciais e fatores de risco, orientando o paciente sobre o autocuidado ou necessidade de atendimento presencial. Isso evita a procura desnecessária por pronto atendimento, que pode expor o paciente a outras doenças.
2. Acompanhamento de doenças crônicas estáveis: Pacientes com condições como hipertensão ou diabetes podem ser monitorados remotamente para revisão de metas e ajustes no tratamento, mantendo o vínculo com a equipe de saúde.
3. Leitura e explicação de exames: Com exames laboratoriais ou de imagem em mãos, o atendimento remoto permite discutir resultados e esclarecer dúvidas, otimizando o tempo do paciente.
4. Saúde mental e atendimentos conversacionais: Quando indicado, a telemedicina facilita a continuidade do cuidado em saúde mental, ampliando o acesso e a regularidade das consultas.
5. Acompanhamento pós-consulta ou pós-procedimento: O atendimento remoto é eficaz para check-ins de evolução, revisão de orientações e identificação precoce de sinais de alerta.

Por outro lado, existem cinco armadilhas comuns em que a telemedicina não substitui o atendimento presencial:
1. Situações de urgência e emergência: Sintomas graves como dor no peito, falta de ar intensa ou sangramentos exigem avaliação imediata presencial.
2. Casos que dependem de exame físico detalhado: Avaliações que necessitam de palpação, ausculta ou inspeção clínica minuciosa não podem ser feitas remotamente.
3. Riscos à privacidade e sigilo: Plataformas improvisadas ou ambientes sem confidencialidade comprometem a segurança da informação e a relação médico-paciente.
4. Falta de continuidade do cuidado: Atendimentos fragmentados, sem histórico clínico integrado, aumentam o risco de decisões incompletas.
5. Banalização do atendimento remoto: Usar a teleconsulta apenas para obtenção de receitas ou atestados, sem critério clínico, compromete a qualidade assistencial.

A Select Operadora de Saúde reforça que o sucesso da telemedicina está na integração com a atenção primária e na prevenção, sempre conectada a uma rede assistencial presencial preparada para acolher o paciente quando necessário. Todos os teleatendimentos são realizados por médicos qualificados desde a primeira consulta. Segundo Luiz Dornelles, “a boa medicina é aquela que usa a ferramenta certa, no momento certo, para cada pessoa”, seja no atendimento remoto ou presencial.

Além disso, a telemedicina tem se mostrado uma importante ferramenta para pais e responsáveis no cuidado com a saúde infantil, oferecendo orientações rápidas e especializadas que contribuem para decisões mais seguras e maior tranquilidade no dia a dia das famílias.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Select Operadora de Saúde.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 58 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar