Proibição de ultraprocessados reforça alimentação saudável nas escolas

Projeto de lei destaca importância de lanches equilibrados para o aprendizado infantil

No início de fevereiro, a aprovação de um projeto de lei que proíbe a venda de alimentos ultraprocessados em cantinas escolares trouxe à tona a importância da alimentação saudável na infância. A medida reforça a necessidade de escolhas equilibradas, que influenciam diretamente o aprendizado, a concentração e o bem-estar das crianças durante o período escolar.

Uma revisão global divulgada pelo Unicef em dezembro de 2025 reuniu evidências científicas sobre os impactos negativos do consumo de ultraprocessados na saúde infantil e adolescente. O estudo aponta que esses alimentos estão associados ao desequilíbrio nutricional, sobrepeso, obesidade, cáries, erosão dentária, atraso no crescimento e anemia. Além disso, indicam maior risco de diabetes tipo 2 e possíveis efeitos negativos na saúde mental.

Para Carolina Paschoal, diretora da Escola Pedro Apóstolo, esses dados refletem o cotidiano escolar. Ela alerta que “mandar um bolo artificial ou uma bolacha recheada está, na verdade, adoecendo as crianças e não alimentando como eles imaginam.” Segundo Carolina, a praticidade tem moldado o paladar infantil para alimentos ricos em gordura saturada, açúcar e sódio, ingredientes comuns nos ultraprocessados. “Para perceber isso, não é preciso ser especialista, basta ler o rótulo”, destaca.

A diretora também ressalta os impactos positivos da alimentação saudável no desempenho acadêmico: “Os reflexos da boa alimentação são sentidos no aprendizado. Uma alimentação diversa e rica em nutrientes manterá corpo e mente saudáveis.” Na Escola Pedro Apóstolo, todos os alimentos são preparados com ingredientes naturais, frutas e verduras da estação, promovendo o consumo consciente e a sustentabilidade, com planejamento para evitar desperdícios e destinação dos resíduos para compostagem.

Além dos benefícios imediatos, a escola entende a alimentação saudável como ferramenta educativa. “Ao ter contato diário com refeições balanceadas e orientações adequadas, as crianças aprendem, na prática, sobre escolhas conscientes e variedade alimentar”, explica Carolina. Isso fortalece a autonomia e cria bases para hábitos que tendem a se manter ao longo da vida.

Para ajudar as famílias, o material apresenta seis dicas para montar uma lancheira equilibrada: priorizar alimentos naturais e da estação; incluir combinações de carboidratos, proteínas e gorduras boas; evitar ultraprocessados; variar cores, texturas e formatos; estimular a autonomia da criança no preparo; e usar a alimentação como ferramenta de educação, conversando sobre a origem e os benefícios dos alimentos.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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