Home office melhorou qualidade de vida de 68% dos profissionais em 2025
Estudo revela benefícios do trabalho remoto e lacunas no suporte à saúde mental nas empresas
Um estudo recente da HUG, empresa especializada na curadoria e alocação de profissionais de comunicação, revelou que o home office elevou a qualidade de vida de 67,7% dos trabalhadores em 2025. A pesquisa, realizada em janeiro de 2026 com 134 profissionais economicamente ativos, mostra que o trabalho remoto trouxe benefícios significativos para a saúde física e mental da maioria dos entrevistados.
Segundo o levantamento, 23,1% dos participantes relataram efeitos mistos, com ganhos acompanhados de desafios como isolamento social e excesso de jornada, enquanto apenas 9,2% apontaram impactos predominantemente negativos. Gustavo Loureiro Gomes, fundador e CEO da HUG, destaca que “o home office deixou de ser um benefício temporário e se consolidou como diferencial competitivo na atração e retenção de talentos. Profissionais hoje avaliam não apenas o salário, mas também a flexibilidade, a autonomia e o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho”.
Apesar da percepção positiva, o estudo evidencia lacunas importantes no suporte corporativo. Cerca de 43,3% dos profissionais afirmam não receber nenhum tipo de apoio para saúde física ou mental no ambiente de trabalho. Apenas 34,3% contam com políticas consolidadas, e 22,4% avaliam que o suporte existe apenas parcialmente.
A pesquisa também aponta um cenário preocupante para a saúde emocional: 83,6% dos entrevistados relataram ao menos um sintoma psicológico no último ano, incluindo ansiedade, dificuldade de concentração, burnout, insônia, isolamento social ou depressão. A ansiedade foi a queixa mais frequente, citada por 51,5%, seguida por dificuldade de concentração (47%) e sensação de exaustão ou burnout (39,6%). Raquel Nunes, especialista em Recursos Humanos na HUG, observa que “flexibilidade sem apoio à saúde mental gera profissionais exaustos, isolados e menos produtivos. As organizações precisam entender que cuidar da saúde mental não é custo, é investimento estratégico”.
Outro dado relevante é que metade dos profissionais paga do próprio bolso pelo acompanhamento psicológico, enquanto somente 11,9% recebem esse benefício pelas empresas. Outros 26,1% já fizeram terapia, mas interromperam o acompanhamento, e 11,9% nunca buscaram esse tipo de apoio.
A HUG defende modelos de trabalho remoto ou híbrido com estruturas flexíveis de contratação, que têm mostrado resultados positivos no mercado. Segundo Gustavo Loureiro Gomes, “nosso papel é fazer esse encontro acontecer de forma eficiente, reduzindo riscos, acelerando decisões e garantindo que talentos e organizações cresçam juntos”.
O estudo reforça a importância do home office como diferencial competitivo, mas também alerta para a necessidade de as empresas investirem em políticas de suporte à saúde mental para garantir o bem-estar e a produtividade dos profissionais. Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



