Bancada de refeição: funcionalidade e estilo para sua cozinha moderna
Saiba como planejar a bancada ideal para otimizar espaço e integrar ambientes
As bancadas de refeição têm ganhado destaque nas residências contemporâneas, tornando-se muito mais do que um simples apoio para refeições rápidas. Elas se transformaram em pontos de encontro que integram ambientes e acompanham o ritmo acelerado da vida moderna. Segundo o arquiteto Raphael Wittmann, responsável pela Rawi Arquitetura + Design, o segredo para uma bancada funcional e confortável está no planejamento cuidadoso desde o início do projeto.
Para Wittmann, é fundamental considerar medidas, ergonomia, circulação e a escolha dos materiais para otimizar o espaço e garantir o melhor aproveitamento possível. Ele explica que “as bancadas são sinônimos de praticidade na vida dos moradores”, facilitando desde o café da manhã até o jantar em família, e ainda “determinaram um novo local de convivência em casa”. A adaptabilidade da bancada permite que ela se ajuste às diversas situações do dia a dia, aproximando as pessoas mesmo em rotinas muito funcionais.
Um ponto importante na hora de planejar é definir o papel da bancada no ambiente. Ela será apenas um apoio ou compartilhará espaço com a pia e o cooktop? Essa decisão depende da área disponível e das prioridades dos moradores. Em um dos projetos do arquiteto, a bancada ilha em granito verde ubatuba integra a pia, combinada com banquetas de design atemporal, mostrando que funcionalidade e estilo podem caminhar juntos.
A ergonomia é outro aspecto que não pode ser negligenciado. Para garantir conforto, as bancadas de uso diário devem ter entre 90 e 110 cm de altura, respeitando a distância de 25 a 30 cm entre a bancada e a banqueta, para que a postura seja adequada durante as refeições. Além disso, é essencial reservar cerca de 60 cm de largura por pessoa e garantir espaço suficiente para a circulação atrás das cadeiras ou banquetas, evitando desconfortos e dificuldades no uso.
Quanto aos materiais, as opções são variadas e devem dialogar com o estilo do projeto. Pedras naturais como granito e mármore, quartzo, porcelanato, madeira e lâminas ultracompactas são escolhas comuns. O arquiteto destaca que “o fundamental é assegurar equilíbrio com a estética, resistência e boa manutenção”. Em um dos projetos, o concreto foi utilizado de forma estratégica para garantir resistência e praticidade.
Por fim, a iluminação não pode ser esquecida. A bancada, como ponto de destaque, merece um projeto luminotécnico que valorize o espaço e crie uma atmosfera acolhedora. A iluminação pendente é uma das opções mais utilizadas, complementada por spots embutidos ou fitas de LED para reforçar a integração dos ambientes. Wittmann ressalta que “uma bancada sem iluminação certa perde muito da sua função e estética”.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Rawi Arquitetura + Design.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



