Até 75% das mulheres terão infecções íntimas ao longo da vida, revela estudo

Suplementos íntimos ganham espaço na prevenção e cuidado da saúde vaginal feminina

Infecções íntimas são um problema comum para a maioria das mulheres: estudos indicam que até 75% delas terão pelo menos um episódio de infecção ginecológica ao longo da vida. Entre as mais frequentes estão a candidíase e a vaginose bacteriana, condições associadas ao desequilíbrio da microbiota vaginal, um ecossistema delicado que protege a região íntima feminina.

Fatores como estresse, uso frequente de antibióticos, alterações hormonais e hábitos cotidianos podem afetar esse equilíbrio, aumentando o risco de desconfortos, corrimentos e irritações. No Brasil, dados apontam que 59% das mulheres já tiveram vaginose bacteriana ou candidíase pelo menos uma vez, reforçando a importância do tema no cotidiano feminino.

Nesse cenário, cresce o interesse por abordagens preventivas que atuem de dentro para fora. A ciência, que já reconheceu a importância da microbiota intestinal, agora avança para o cuidado da microbiota vaginal. Gabriel Puerta, fundador da Ellowa Health, empresa brasileira especializada em soluções baseadas em microbiota, explica: “Assim como o intestino, a vagina também tem uma microbiota própria. Quando esse sistema está em harmonia, ele ajuda a proteger contra a proliferação de micro-organismos indesejados, reduzindo riscos de infecções e desconfortos.”

Entre as soluções emergentes está o uso de suplementos íntimos que combinam probióticos, prebióticos e nutrientes específicos para manter o equilíbrio vaginal. Segundo Puerta, “o Lumí Flora atua como um reforço para essa microbiota, o que é especialmente importante em períodos de maior vulnerabilidade, como uso de antibióticos, estresse elevado ou alterações hormonais.”

Essa tendência reflete uma mudança no comportamento das mulheres, que buscam cada vez mais o autocuidado científico e a prevenção contínua, e não apenas tratamentos reativos. Especialistas destacam que a manutenção do equilíbrio vaginal está associada a maior conforto e qualidade de vida. “Muitas mulheres convivem com sintomas recorrentes sem perceber que o problema está no desequilíbrio da microbiota. Quando esse cuidado se torna contínuo, e não apenas reativo, os resultados tendem a ser mais duradouros”, afirma Puerta.

A expectativa é que a saúde íntima feminina seja tratada com a mesma naturalidade que outros pilares do autocuidado, como sono e alimentação, com soluções baseadas em ciência e tecnologia cada vez mais presentes nas rotinas das mulheres.

Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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