Fevereiro Laranja alerta para leucemia e destaca a importância da doação de medula óssea

Campanha nacional reforça diagnóstico precoce e aumento de doadores para salvar vidas

Fevereiro Laranja é uma campanha nacional que mobiliza instituições de saúde em todo o Brasil para conscientizar a população sobre a leucemia, um tipo de câncer que afeta as células sanguíneas e a medula óssea. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país deve registrar cerca de 11,5 mil novos casos da doença em 2026, o que reforça a necessidade de atenção e prevenção.

A leucemia não é uma doença única, mas um conjunto de subtipos com diferentes comportamentos clínicos. Conforme explica a médica hematologista Dra. Caroline C. Bernardi, do Centro de Oncologia do Paraná (COP), “existem leucemias de evolução rápida e outras mais lentas, mas todas exigem atenção imediata aos primeiros sinais”. Entre os sintomas que merecem investigação estão cansaço persistente, palidez, febre recorrente, infecções frequentes e hematomas sem causa aparente.

O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura e sobrevida dos pacientes. Exames simples, como o hemograma, podem levantar a suspeita inicial, que deve ser confirmada por avaliação especializada. O tratamento pode incluir quimioterapia e, em alguns casos, o transplante de medula óssea. A especialista reforça que “quanto mais cedo a leucemia é identificada, maior a probabilidade de resposta favorável às terapias disponíveis. O tempo entre o surgimento dos sintomas e o diagnóstico pode ser determinante no desfecho clínico”.

Além da conscientização sobre os sintomas e diagnóstico, a campanha Fevereiro Laranja destaca a importância do aumento do número de doadores voluntários de medula óssea. A compatibilidade entre doador e paciente é rara, o que torna cada novo cadastro fundamental para salvar vidas. “Cada pessoa que se cadastra representa uma nova chance para quem está aguardando um transplante. O engajamento da sociedade é essencial para superar esse desafio”, afirma a hematologista.

Para se cadastrar como doador no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), é necessário ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado geral de saúde, não apresentar doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue ou doenças hematológicas, e realizar o cadastro em um hemocentro autorizado, com coleta de uma pequena amostra de sangue. Mais informações estão disponíveis no site redome.inca.gov.br/doadores.

O Fevereiro Laranja reforça, assim, a importância da informação, do diagnóstico precoce e do aumento do número de doadores para ampliar as chances de cura da leucemia. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 63 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar