A nova era do corpo: mobilidade e alongamento assistido para longevidade saudável
Como a ciência do movimento redefine o cuidado com o corpo para garantir autonomia e bem-estar
A busca por uma vida longa e saudável tem ganhado um novo foco: a mobilidade do corpo. Pesquisas recentes destacam que a capacidade funcional, como conseguir se levantar do chão com o mínimo de apoio, é um dos principais indicadores de saúde e autonomia em adultos. Isso mostra que preservar a mobilidade é essencial para garantir qualidade de vida e longevidade.
No cotidiano urbano, o corpo sofre com longos períodos de sedentarismo, que chegam a nove horas diárias em média. Esse comportamento provoca retração das cadeias musculares anteriores, gerando tensões crônicas, como a “text neck” — tensão cervical causada pelo uso excessivo de telas — e o travamento da região pélvica. Para enfrentar esses desafios, o alongamento assistido surge como uma solução eficaz e acessível.
Diferente do alongamento convencional, o alongamento assistido é conduzido por um profissional especializado que guia a amplitude dos movimentos enquanto a pessoa permanece relaxada. Essa técnica permite superar a resistência natural do sistema nervoso, que muitas vezes impede o ganho de flexibilidade por meio do esforço individual. O educador físico Leonardo Fernandes Barbosa explica que o método respeita os limites biológicos e promove um relaxamento profundo, difícil de alcançar sozinho.
Além de melhorar a flexibilidade, o alongamento assistido reduz a ativação do sistema nervoso simpático, responsável pelo estado de alerta e estresse. Ao liberar tensões acumuladas, o corpo recebe sinais para entrar em estado de recuperação, o que contribui para a sensação de bem-estar e diminuição da ansiedade. Essa abordagem, já consolidada em países como Estados Unidos e Austrália, atende diferentes perfis, desde executivos que precisam corrigir a postura até idosos que buscam manter a agilidade para atividades diárias.
O método também auxilia na recuperação de praticantes de esportes de impacto, ajudando a manter a amplitude de movimento e prevenir lesões. No Brasil, o estúdio Estica trouxe essa técnica para o público geral, estruturado para garantir rigor metodológico e padronização, refletindo uma mudança de comportamento que prioriza o bem-estar e a mobilidade consciente.
Segundo Leonardo Fernandes, o foco atual não está mais apenas na estética ou hipertrofia, mas na funcionalidade do corpo. O objetivo é garantir um corpo livre de tensões, capaz de se manter em movimento pleno por muitos anos, promovendo assim uma longevidade ativa e saudável.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



