Dia Mundial da Justiça Social: 3 Histórias Inspiradoras de Superação e Inclusão

Conheça trajetórias reais que mostram a importância da justiça social para transformar vidas

No dia 20 de fevereiro, o mundo celebra o Dia Mundial da Justiça Social, uma data instituída pela ONU em 2007 para reforçar a importância da luta contra a pobreza e o desemprego, além de promover sociedades mais justas e inclusivas. Essa data é um convite para refletirmos sobre as ações que contribuem para a construção de um ambiente social onde todos tenham oportunidades iguais para se desenvolverem plenamente.

Nesse contexto, destacam-se os trabalhos realizados por organizações da sociedade civil, como a Aldeias Infantis SOS. Essa instituição não apenas acolhe crianças e adolescentes afastados por decisão judicial, mas também oferece serviços essenciais para fortalecer famílias em situação de vulnerabilidade, evitando a perda da guarda dos filhos e promovendo a inclusão social.

Para ilustrar o impacto dessas iniciativas, apresentamos três histórias de superação que refletem o poder da justiça social na vida das pessoas. A primeira é a de Yoselin Andreina Urbano Mata, migrante venezuelana de 41 anos, mãe de três filhos. Chegando ao Brasil em 2019, ela buscou apoio no Núcleo SOS de Apoio às Famílias em Manaus (AM). Por meio do projeto, Yoselin recebeu orientação social, suporte psicológico e ferramentas para fortalecer seus vínculos familiares e reconstruir sua autonomia. Atualmente, ela se prepara para iniciar um negócio próprio de venda de pizzas, demonstrando como o apoio social pode abrir caminhos para o empreendedorismo.

Outra trajetória é a de Júlio Novais, um jovem que cresceu em um serviço de acolhimento da Aldeias Infantis SOS. Ao completar 18 anos, idade limite para permanecer no abrigo, Júlio buscou sua emancipação financeira e hoje trabalha no banco Santander. Sua história evidencia a importância de ambientes de cuidado e afeto para o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens em situação de vulnerabilidade.

Por fim, temos Rosilene Campos, artesã de 46 anos e mãe de cinco filhos, que participou do Projeto Crer Ser em Manaus (AM). O projeto ofereceu formação em costura criativa, possibilitando que Rosilene alavancasse seu próprio empreendimento artesanal. A renda gerada contribui diretamente para o sustento da família, mostrando como a capacitação profissional pode fortalecer a autonomia financeira.

Essas histórias foram elaboradas com dados da assessoria de imprensa da Aldeias Infantis SOS e reforçam a importância da justiça social para transformar vidas por meio do acolhimento, da formação e do apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. A data de 20 de fevereiro é, portanto, um momento para reconhecer e valorizar essas iniciativas que promovem inclusão e desenvolvimento social.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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