Aumento de Dengue, Zika e Chikungunya no verão destaca importância do diagnóstico rápido
Testagem molecular e prevenção são essenciais para o tratamento correto e segurança da saúde
Com a chegada do verão, o aumento das temperaturas e das chuvas em todo o país intensifica a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. O acúmulo de água parada cria um ambiente propício para a reprodução do mosquito, enquanto o calor favorece a eclosão dos ovos. Apesar da queda de 70% nos casos de Dengue em 2025, os primeiros 20 dias de 2026 já registram mais de 18 mil casos prováveis e dez óbitos em investigação, o que reforça a necessidade de atenção redobrada.
Essas três doenças apresentam sintomas iniciais muito semelhantes, como febre alta, dores de cabeça, dores no corpo e articulações, além de manchas vermelhas na pele. Essa semelhança dificulta o diagnóstico apenas pela avaliação clínica, tornando os exames laboratoriais essenciais para a confirmação e o tratamento correto. A infectologista Luciana Campos, do Sabin, destaca que “o diagnóstico diferencial é importante, pois embora os sintomas sejam parecidos, a evolução e o tratamento para cada uma dessas doenças são distintos”.
Para facilitar esse diagnóstico, o Sabin desenvolveu o Painel Molecular para Arboviroses, um exame baseado na técnica RT-PCR que detecta os três vírus em uma única amostra de sangue. Essa ferramenta permite que os médicos determinem rapidamente qual vírus está causando a infecção, possibilitando o tratamento adequado e a prevenção de complicações, como a queda de plaquetas na dengue. Além disso, evita a prescrição de medicamentos contraindicados, aumentando a segurança do paciente.
Além do diagnóstico, a prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para combater o mosquito Aedes aegypti. É fundamental eliminar recipientes que possam acumular água parada, como pneus, garrafas, vasos de plantas e calhas, além de manter caixas d’água e cisternas devidamente vedadas. O uso de repelentes e a instalação de telas em janelas e portas também são recomendados para reduzir o risco de picadas.
No caso da dengue, a vacina QDenga previne os quatro sorotipos da doença e é indicada para pessoas de 4 a 60 anos. Ela previne cerca de 80% dos casos e reduz em mais de 90% as hospitalizações. O esquema vacinal consiste em duas doses com intervalo de dois meses. Nos postos de saúde do SUS, a vacina é oferecida para a faixa etária de 10 a 14 anos, enquanto no setor público há oferta de dose única para pessoas entre 18 e 60 anos.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do Grupo Sabin, referência em saúde e inovação no Brasil, que oferece soluções integradas para diagnóstico e prevenção em diversas regiões do país.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



