Música e sexo: 8 em cada 10 brasileiros usam trilha sonora para apimentar o momento

Pesquisa revela estilos musicais preferidos e como o som influencia a intimidade no Brasil

Com o Carnaval trazendo ritmo e energia para as ruas, a música também invade o quarto de muitos brasileiros. Segundo pesquisa do Sexlog realizada com mais de 3 mil participantes, 77% dos brasileiros costumam transar ao som de música. Esse dado revela como a trilha sonora, que embala festas e bloquinhos, também é fundamental para criar o clima na intimidade.

A pesquisa mostra que a música não é apenas um pano de fundo, mas um estímulo que ajuda o corpo a entrar no clima do prazer. Entre os entrevistados, 29,7% afirmam usar música frequentemente durante o sexo, enquanto 47,8% dizem usar às vezes. Apenas 9,4% nunca recorrem à trilha sonora para esses momentos. Na hora de escolher as músicas, quase metade (47,45%) prefere playlists prontas em plataformas como Spotify, Deezer e YouTube Music. Outros 25% selecionam manualmente suas faixas favoritas, e 18,6% criam playlists específicas para a ocasião, como se montassem um setlist personalizado.

Os estilos musicais que mais combinam com o sexo refletem o clima de verão e diversidade de gostos: funk/trap lidera com 27,1%, seguido por pop lento ou “bedroom pop” (22,3%), eletrônica (20,4%) e rock indie (17,3%). O ritmo da música influencia diretamente os movimentos para 47,6% dos entrevistados, mostrando que a batida é parte essencial da experiência. O momento em que a música mais impacta é durante as preliminares (44,1%), seguido pela penetração (18,6%). Curiosamente, apenas 3,8% sentem maior influência da música no auge do orgasmo, possivelmente porque o corpo já está totalmente entregue ao momento.

As experiências pessoais também variam: enquanto Eduardo, de 40 anos, afirma que “o silêncio absoluto atrapalha” e que a música evita que sua mente viaje, Cristina, de 62 anos, prefere ouvir os sons naturais do corpo, como a respiração e os toques. Isso mostra que, assim como no Carnaval, cada pessoa encontra seu próprio ritmo e forma de se conectar com o prazer.

Do ponto de vista científico, a música ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa, liberando dopamina e modulando o estado emocional, o que pode reduzir inibições e aumentar a sensação de conexão. Mayumi Sato, CMO do Sexlog, destaca que “a música funciona como uma ponte entre mente e corpo. Ela eleva o desejo, estabelece o ritmo e cria um ambiente onde somos protagonistas do momento sexual.” Na plataforma, muitos casais trocam playlists e buscam sugestões para encontros íntimos, reforçando a importância da trilha sonora na vida sexual.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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