Maximalismo na decoração: como criar ambientes com personalidade e pertencimento

Descubra como o design autoral e cores marcantes transformam espaços em reflexos únicos de quem vive neles

Após anos dominados pelo minimalismo e tons neutros, o maximalismo retorna com força ao universo da decoração, trazendo uma proposta que vai além da estética: criar pertencimento e identidade nos ambientes. Essa foi a principal mensagem da palestra “Maximalismo como linguagem e emoção”, apresentada pela arquiteta Carol Dal Molin na 16ª edição da ABCasa Fair, maior feira do setor na América Latina.

Carol, com mais de 11 anos de experiência e 300 projetos de alto padrão, explicou que o maximalismo não é sinônimo de bagunça ou excesso aleatório, mas sim “informação organizada”. A combinação entre elementos clássicos, como boiseries e molduras, com toques contemporâneos e obras de arte, resulta em espaços sofisticados, atemporais e profundamente autorais. Segundo ela, o objetivo é criar ambientes reais que transmitam acolhimento, identidade e pertencimento.

Um exemplo prático dessa tendência é a empresa carioca Dani Enne, que se consolidou no mercado com peças em cerâmica feitas artesanalmente e reconhecidas pelo uso ousado de cores e formas expressivas. O representante da marca destaca que “mesmo em ambientes mais neutros, uma única peça de destaque já transforma o espaço e cria conexão com quem vive ali”. A Dani Enne também leva sua linguagem autoral para a decoração da casa do Big Brother Brasil, um dos cenários mais vistos do país.

Outra marca que aposta no maximalismo é a Lucatti Artes e Decorações, que apresentou na feira uma curadoria de mais de mil produtos alinhados a essa estética. A arquiteta e gestora de conteúdo da marca, Carolina Facchinetti, ressaltou que o movimento representa uma virada estética e estratégica, com peças de maior escala, formas variadas e cores impactantes, sempre mantendo o acolhimento. Ela destaca a importância do ponto focal, um elemento que traduz a identidade do ambiente e chama a atenção.

Para quem deseja incorporar o maximalismo em casa, Carol Dal Molin recomenda equilíbrio e continuidade entre os ambientes. “Não precisa virar um carnaval. Escolho um elemento que se repete e se conecta de um espaço ao outro. Isso traz unidade e evita que a pessoa se sinta perdida na composição”, explica. O uso do mármore como base, por exemplo, permite brincar com estampas, texturas e cores ao redor, criando riqueza visual sem exageros.

Uma dica prática é começar a ousar pelo lavabo, um ambiente estratégico para experimentar cores, estampas e materiais com mais liberdade. Assim, é possível entender aos poucos que “luxo é ter um ambiente onde você se reconhece, seja para receber ou para se recolher”, conclui a arquiteta.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da ABCasa Fair e traz reflexões e dicas para quem busca transformar sua casa em um espaço singular, cheio de vida e personalidade.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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