Festas infantis sem celular: dicas para criar experiências reais e divertidas

Como transformar aniversários em momentos de interação e criatividade longe das telas

Celebrar aniversários longe das telas tem se tornado uma prática cada vez mais valorizada por famílias preocupadas com o excesso de tecnologia na infância. A psicopedagoga Daniele Lacerda Poploski, fundadora da UniDanitê, empresa especializada em recreação infantil, explica que o segredo para o sucesso dessas festas está na qualidade da experiência oferecida, e não apenas na proibição do uso de celulares.

Segundo Daniele, “quando a festa é bem pensada, o celular deixa de ser atraente. A criança se envolve, participa, cria e interage. Não é sobre tirar as telas, é sobre oferecer algo melhor”. Para isso, é fundamental que as atividades sejam planejadas considerando o perfil da turma, incluindo idade, interesses e dinâmica do grupo.

Entre as estratégias indicadas estão brincadeiras em grupo que estimulam a cooperação, oficinas criativas como artes, slime, culinária ou robótica, e desafios com começo, meio e fim para evitar o tédio. A especialista destaca que “a maior queixa dos pais é que crianças acima de oito anos se entediam rápido. Por isso, não dá para repetir a mesma receita. Cada festa precisa ser desenhada sob medida”.

A UniDanitê oferece mais de 40 oficinas autorais e dinâmicas adaptáveis, sempre conduzidas por recreadores treinados para mediar experiências, e não apenas entreter. “O recreador não está ali para ‘animar’, mas para observar, conduzir e incluir. Assim, nenhuma criança fica de fora e o grupo permanece engajado”, explica Daniele.

Inspirada por abordagens como o Construtivismo e a pedagogia Reggio Emilia, a proposta valoriza o brincar como ferramenta de desenvolvimento social, emocional e cognitivo. “O brincar é o caminho mais natural para a criança se expressar e criar vínculos. Quando isso acontece, a tela perde espaço”, resume a especialista.

Mais do que uma tendência, as festas sem celular refletem uma mudança no olhar das famílias sobre a infância. “Os pais estão percebendo que momentos simples, bem conduzidos e cheios de significado ficam na memória das crianças. E é isso que elas levam para a vida”, conclui Daniele.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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