Exercício físico durante o tratamento do câncer: é possível e seguro com acompanhamento especializado
Instituto de Oncologia do Paraná lança serviço exclusivo para pacientes oncológicos se exercitarem com segurança
A prática de exercícios físicos durante o tratamento contra o câncer ainda gera dúvidas entre pacientes e familiares. Afinal, paciente oncológico pode fazer atividade física? A resposta é sim, desde que com acompanhamento especializado. Pensando nisso, o Instituto de Oncologia do Paraná (IOP) lançou recentemente o Serviço de Educação Física Oncológica, dedicado exclusivamente a pacientes em tratamento e em reabilitação.
Este novo serviço integra o cuidado multiprofissional do IOP e tem como foco a avaliação, orientação e prescrição segura de exercícios físicos, sempre respeitando as limitações clínicas, os sintomas e a fase do tratamento de cada paciente. A iniciativa segue recomendações de instituições renomadas, como o American College of Sports Medicine (ACSM), American Cancer Society (ACS), National Comprehensive Cancer Network (NCCN) e o Instituto Nacional de Câncer (INCA), que reconhecem o exercício físico supervisionado como parte essencial do tratamento oncológico.
Segundo Kahoane Fragoso Sandmann, profissional de Educação Física do IOP, “o tratamento do câncer pode impactar significativamente a força muscular, a capacidade funcional, a disposição e a autonomia do paciente. A Educação Física Oncológica atua justamente para minimizar esses efeitos, de forma segura e individualizada, com base em evidências científicas.”
O Serviço de Educação Física Oncológica do IOP acompanha o paciente desde o início do tratamento, oferecendo avaliação da capacidade funcional e da força muscular, atendimento individualizado adaptado à condição clínica e fase do tratamento, além da prescrição de exercícios personalizados. A atuação é integrada com a equipe multiprofissional, garantindo intervenções seguras durante todo o processo, inclusive na reabilitação.
As atividades desenvolvidas têm como objetivo preservar a funcionalidade, promover a independência e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Além disso, auxiliam na prevenção e controle de efeitos colaterais comuns do tratamento oncológico, como fadiga, perda de massa muscular, redução da mobilidade e do equilíbrio.
Sabrina Nunes Garcia, diretora de operações do IOP, destaca que “mais do que um serviço complementar, a Educação Física Oncológica representa um avanço importante no modelo de cuidado integral ao paciente. Estamos falando de saúde, funcionalidade, bem-estar físico e emocional ao longo de toda a jornada do tratamento.”
No IOP, o olhar multiprofissional e integrado reforça o compromisso com práticas modernas, seguras e centradas na jornada do paciente. Conforme Kahoane, “o exercício físico, quando bem indicado e acompanhado, deixa de ser um risco e passa a ser uma ferramenta terapêutica poderosa, contribuindo para mais autonomia, melhor resposta funcional e qualidade de vida.”
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do Instituto de Oncologia do Paraná.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



