Dieta Mediterrânea: O Segredo para um Coração Saudável e Vida Equilibrada
Conheça os benefícios e como adotar esse padrão alimentar que alia sabor e saúde cardiovascular
A dieta mediterrânea é muito mais do que um simples plano alimentar: ela representa um estilo de vida que combina sabor, saúde e bem-estar, especialmente para o coração. Pesquisas extensas indicam que esse padrão alimentar é uma das melhores escolhas para manter a saúde cardiovascular em dia. Segundo Janet McCann, nutricionista registrada do Sistema de Saúde da Mayo Clinic, a dieta mediterrânea ajuda a reduzir a inflamação crônica no organismo, um fator que pode levar a doenças cardíacas, diabetes tipo 2, demência e câncer.
A inflamação crônica está associada a dietas ricas em gorduras ruins e açúcares, enquanto a dieta mediterrânea substitui essas gorduras por monoinsaturadas, como as encontradas no azeite de oliva, que reduzem o colesterol total e o LDL, conhecido como colesterol “ruim”. Além disso, ela inclui alimentos ricos em antioxidantes e fitoquímicos que combatem a inflamação nas artérias, favorecendo a saúde do coração.
Outro benefício importante é a promoção da pressão arterial saudável, já que a dieta prioriza alimentos ricos em potássio e reduz o consumo de sal. A base do cardápio são grãos integrais, leguminosas, frutas e vegetais, que fornecem fibras essenciais para a saúde intestinal e ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue. Esses alimentos também contribuem para a manutenção de um peso saudável, pois são nutritivos e saciantes, evitando o consumo excessivo.
Para quem deseja começar a adotar a dieta mediterrânea, McCann recomenda algumas dicas práticas: consumir de 2 a 3 porções de frutas e 4 ou mais porções de vegetais diariamente, incluindo opções como romãs, figos, uvas e folhas verdes variadas. Trocar pães, cereais e massas por versões integrais, como bulgur e farro, também é indicado. Além disso, incluir castanhas e sementes cruas ou sem sal, em torno de quatro porções semanais, ajuda a aumentar a ingestão de fibras e gorduras saudáveis.
O uso de gorduras saudáveis, como azeite de oliva, óleo de abacate ou óleo de semente de uva, é preferível à manteiga. O consumo de peixe deve ser estimulado, com pelo menos duas porções semanais de espécies ricas em ômega-3, como salmão, sardinha e truta, preparados de forma saudável, como grelhados ou assados. A carne vermelha deve ser consumida com moderação, preferindo cortes magros e porções pequenas.
Os laticínios também fazem parte do padrão alimentar, com preferência por iogurte natural ou grego, queijos de massa mole e opções feitas com leite de cabra ou ovelha. Temperos naturais, como ervas e especiarias, ajudam a realçar o sabor dos pratos e reduzir o uso de sal. O consumo moderado de vinho tinto é opcional e deve ser limitado a uma taça por dia, sempre lembrando que o álcool não é recomendado para quem não consome regularmente.
Além da alimentação, a dieta mediterrânea valoriza o estilo de vida: sentar-se à mesa para as refeições, comer com calma e em companhia, e praticar pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada. Essa abordagem holística promove não só a saúde do coração, mas também o bem-estar mental e social.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Mayo Clinic.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



