Sol de verão: o que seu protetor solar precisa ter para proteger sua pele de verdade

Entenda FPS, PPD, tipos de filtro e como reaplicar corretamente no calor intenso

O verão intensifica a exposição ao sol, calor e transpiração, fatores que aumentam o risco de queimaduras, manchas, inflamações e aceleram o envelhecimento da pele. As dermatologistas Dra. Ana Carolina Mitri e Dra. Luciana Mazzutti, do AME Carapicuíba e CEJAM, explicam que a radiação solar é composta principalmente por UVA e UVB, que causam diferentes tipos de danos. O UVA penetra profundamente, contribuindo para o envelhecimento precoce, alergias, manchas e parte do risco de câncer de pele. Já o UVB provoca queimaduras e lesões diretas no DNA, aumentando o risco de tumores cutâneos.

O dano causado pelo sol é cumulativo, ou seja, cada exposição sem proteção gera pequenas lesões que se acumulam ao longo do tempo. Além disso, a radiação estimula a formação de radicais livres que degradam o colágeno e a elastina, essenciais para a firmeza e elasticidade da pele. Por isso, o uso diário do protetor solar é fundamental.

Para escolher o protetor correto, é importante considerar o FPS (Fator de Proteção Solar), que varia conforme o fototipo, tempo de exposição e condições climáticas. Em dias muito quentes, a reaplicação deve ser feita a cada duas horas, especialmente após suor intenso, banho de mar ou piscina, e uso de toalha.

Existem três tipos principais de protetores solares: físicos, indicados para peles sensíveis; químicos, com textura mais leve para uso cotidiano; e híbridos, que combinam ambos. Além do FPS, deve-se observar o PPD (Persistent Pigment Darkening), que indica a proteção contra manchas e envelhecimento. “Um bom protetor deve ter PPD igual ou superior a um terço do FPS, garantindo proteção equilibrada”, destaca a Dra. Ana Carolina.

As dermatologistas também ressaltam que a pele negra possui proteção natural equivalente a FPS 13 a 15, enquanto a pele clara praticamente não tem barreira natural, o que não significa imunidade aos danos solares. Cloro, sal e vento podem causar ressecamento e sensibilidade, reforçando a necessidade de cuidados adequados.

No verão, o calor e o suor podem comprometer a barreira cutânea, favorecendo acne, dermatite e irritações. Recomenda-se limpeza suave, hidratação leve e o uso de ativos como ácido hialurônico, glicerina, pantenol e niacinamida. Para quem tem melasma, o ideal é usar protetores com FPS acima de 50, PPD elevado e óxidos de ferro.

Entre os erros mais comuns estão aplicar protetor apenas na praia, não reaplicar, negligenciar a hidratação e recorrer a receitas caseiras para queimaduras. Vermelhidão persistente, bolhas, dor intensa e ardor contínuo são sinais que indicam a necessidade de acompanhamento dermatológico.

As especialistas reforçam que “proteger-se adequadamente é a chave para evitar danos acumulados e preservar a saúde ao longo da vida.” Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do CEJAM.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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